Médico é preso suspeito de crimes sexuais contra pacientes
Médico é preso suspeito de crimes sexuais contra pacientes O médico Carlos Umberto Inácio Novais, de 71 anos, foi preso suspeito de cometer crimes sexuais contra pacientes em Porangatu, na região norte de Goiás.
A Polícia Civil cumpriu mandados de busca e apreensão na casa do investigado, no consultório médico e em sua propriedade rural, onde foram encontradas seis armas de fogo.
A prisão preventiva ocorreu na quinta-feira (8).
Em nota à TV Anhanguera, a defesa afirmou que confia no andamento do processo, que, segundo ela, demonstrará a inocência do médico.
A nota destaca que a trajetória do profissional “é marcada por uma vida inteira de serviços prestados a Porangatu e a toda a região, sendo o profissional amplamente respeitado pela comunidade”. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp De acordo com o Ministério Público de Goiás (MP-GO), as investigações começaram após o advogado das vítimas encaminhar relatos à instituição.
Até o momento, foram identificados 12 casos, sendo um deles relacionado a um contexto de violência doméstica.
Ainda segundo o MP-GO, todos os casos estão relacionados à atividade profissional do médico.
Ele em unidades públicas de saúde do município, como o Hospital Municipal, o Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) e a policlínica, além de trabalhar como perito da Superintendência de Polícia Técnico-Científica do Estado de Goiás.
LEIA TAMBÉM: Médico é condenado a 18 anos de prisão por crime sexual contra adolescente durante consulta Médico suspeito de estuprar pacientes durante consultas é preso MPGO denuncia ginecologista pelo estupro de 15 pacientes, em Goiás À TV Anhanguera, a Secretaria Municipal de Saúde de Porangatu informou que tomou conhecimento das denúncias e determinou o afastamento temporário imediato do profissional e instaurou um procedimento administrativo disciplinar para contribuir com a apuração dos fatos.
De acordo com a pasta, as medidas administrativas cabíveis serão adotadas caso sejam comprovadas irregularidades.
Em nota, a Polícia Científica de Goiás informou encaminhou o caso à Corregedoria de Polícia para apuração.
"A PCIGO se solidariza com todas as mulheres que relataram possíveis situações de abuso e reafirma seu repúdio a qualquer forma de violência contra a mulher", ressaltou o texto.
O g1 entrou em contato com o Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego) para que pudesse se posicionar sobre o caso, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
O caso é investigado pela Delegacia Estadual de Atendimento à Mulher (Deam) de Porangatu.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Goiás.