Acreanos lamentam morte de Ayres e o lembram como “patrimônio do jornalismo”
A morte do jornalista Ayres Rocha, ocorrida na madrugada desta quarta-feira (14), em Rio Branco, aos 62 anos, causou comoção entre os acreanos.
Ouvidos pela reportagem do ac24horas, aposentados, autônomos, universitários e trabalhadores relembraram a trajetória do apresentador, que esteve por três décadas à frente do Jornal do Acre, na Rede Amazônica, e destacaram o jeito descontraído com que tratava o público.
O aposentado Jurandi Muniz contou que conheceu o jornalista no Pronto-Socorro de Rio Branco.
“Ele prosava com as meninas, com a atendente, fazia brincadeira com elas.
Sempre que a gente encontrava ele, em qualquer canto, ele dava uma atenção maravilhosa.
Era uma pessoa boa”, disse.
Para o também aposentado Francisco Rodrigues, a notícia surpreendeu.
“Ele trazia o jornalismo de uma forma bem dinâmica.
Fazia até uns vídeos no TikTok, e eu acompanhava.
Era uma pessoa muito espontânea, cheia de vida.
Receber essa notícia é triste para os nossos corações”, afirmou.
A autônoma Maria Ediliane trabalhou com Ayres em uma emissora de televisão.
“A gente sabe que ele é um patrimônio do jornalismo.
Nunca estamos preparados para a partida, mas ficam as lembranças boas dele.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em ac24horas.com — o conteúdo pertence a ac24horas.