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Empresa de Ana Hickmann alega crise, mas Justiça aponta ativo de R$ 9,8 mi

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Empresa de Ana Hickmann alega crise, mas Justiça aponta ativo de R$ 9,8 mi

A Hickmann Serviços Ltda. , empresa ligada à apresentadora Ana Hickmann , alegou atravessar uma “grave crise econômico-financeira” ao pedir à Justiça o parcelamento das custas processuais de uma ação.

O pedido, porém, foi negado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), que manteve a decisão de primeira instância ao considerar que a empresa tinha R$ 9,8 milhões em disponibilidades líquidas, em depósitos bancários, diante de um passivo circulante de R$ 551 mil.

A decisão é mais um capítulo da disputa judicial entre a Hickmann Serviços e o empresário Vagner de Oliveira, em uma execução que ultrapassa R$ 3,7 milhões.

O recurso foi analisado pela 17ª Câmara de Direito Privado do TJSP, sob relatoria do desembargador Teodozio de Souza Lopes, em voto de 21 de setembro de 2026.

A coluna Fábia Oliveira explica.

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Ana Hickmann também alegou que a situação “não é razoável e compromete o pagamento de acordos já firmados, salários e a própria subsistência”.

Segundo ela, “os frutos atuais da agravante vêm do trabalho exclusivo da Sra.

Ana Hickmann, quais são quase que integralmente absorvidos pelo pagamento de dívidas, impostos (que também não eram pagos pela gestão anterior) e pelo sustento de sua família”.

O argumento, porém, não foi acolhido pelo tribunal.

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1 de 7 Bloqueios por dívida empresarial: caso Ana Hickmann acende alerta Instagram/Reprodução 2 de 7 Ana Hickmann Reprodução/Instagram @ahickmann 3 de 7 Ana Hickmann Reprodução/Instagram @ahickmann 4 de 7 Ana Hickmann vestindo um casaco marrom Reprodução/Instagram @ahickmann 5 de 7 Ana Hickmann posa de vestido e mão na cintura Reprodução/Instagram @ahickmann 6 de 7 Ana Hickmann Reprodução/Instagram @ahickmann 7 de 7 Ana Hickmann Reprodução/Instagram @ahickmann Justiça aponta quase R$ 10 milhões Na decisão de primeira instância, mantida pelo TJSP, o juiz considerou os R$ 9.896.310,30 em disponibilidades líquidas registrados pela própria empresa, além do passivo circulante de R$ 551.216,25.

Com base nesses números, concluiu que havia liquidez suficiente para o pagamento das despesas processuais e negou o parcelamento.

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