Rodoviários do DF aprovam greve a partir da próxima segunda-feira (28/9)
Os rodoviários do Distrito Federal aprovaram, durante assembleia realizada neste domingo (21/9), greve geral para a próxima segunda-feira (28/9) no transporte coletivo .
A decisão unânime ocorre após tentativas de fechar acordo com o governo e com as empresas para reajuste salarial e outras pautas da categoria.
De acordo com os integrantes do Sindicato dos Rodoviários do DF, a deflagração antes da greve a categoria espera m uma proposta de negociação.
O coletivo prevê que, em caso não tenha avanços nas conversas, o transporte sofra paralizações já nesta semana.
Acordo coletivo expirado A categoria negocia desde julho um reajuste salarial que cubra a inflação do período de um ano desde o ultimo reajuste concedido, de forma de garanta ganho real para os trabalhadores.
Entre as reivindicações está também a renovação do acordo coletivo que expirou em 30 de julho, que prevê jornada de 6 horas corridas, tíquete e cesta alimentação, plano de saúde e odontológico, quinquênio e a garantia de emprego para os cobradores mesmo com a retirada do dinheiro em circulação.
Leia também Distrito Federal Acidente grave entre carro e ônibus mata criança e homem no DF Distrito Federal Cadeirante é preso após ameaçar cobradora de ônibus e morder policial no DF Distrito Federal PCDF acessará dados de motoristas de ônibus, app e taxistas para segurança O diretor financeiro do Sindicato dos Rodoviários, João Osório, explica que a greve foi aprovada após sucessivas tentativas frustradas de negociação com as empresas, que até o momento não apresentaram nenhuma proposta.
“Não havendo mudança de postura da parte das empresas em relação as negociações, ficou aprovado em assembleia que a categoria poderá recorrer à formas de pressionar os empresários e governo.
Estas formas ainda serão discutidas pela direção do sindicato”, explicou Osório.
Celina Leão reage e diz que vai admitir essa pressão Durante agenda no GDF na Sua Porta no Gama nesta segunda-feira (21/9), Celina Leão reagiu à comunicação da greve e disse que “não vai admitir pressão no meio de um projeto eleitoral” “Não é o momento de se falar em reajuste tarifário.
Não é este momento.
É um momento eleitoral.
Pedimos uma auditoria dos contratos.
Isso de ficar pressionando o governo, para que se não der o aumento, eles irão fazer greve no meio da campanha, não tenho medo.
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