terça-feira, 20 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Justiça manda Palmeiras exibir contratos e valores da venda de Allan› Vasco em ebulição por Maracanã e SAF encara Boca por glória após 26 anos› Gabriel Jesus 'ressuscita' no Barça e tem início mais artilheiro da década› Como finais brasileiras e Copa do Brasil podem criar G9 no Brasileirão?› Sem Vitor Roque, quais são as opções do Palmeiras para decisão na Liberta?› Boca conta com 'milagre', mas precisa derrubar tabu para eliminar Vasco› Vimos o jogo do Corinthians ao lado de Seedorf: a noite do técnico na Arena› Foi pênalti para o Corinthians contra o Vitória? Ex-árbitros são unânimes› Por que GP dos EUA é palco na medida para a recuperação de Bortoleto› PSG x Barcelona vale título simbólico e tem disputa de sucessores de Neymar› Justiça manda Palmeiras exibir contratos e valores da venda de Allan› Vasco em ebulição por Maracanã e SAF encara Boca por glória após 26 anos› Gabriel Jesus 'ressuscita' no Barça e tem início mais artilheiro da década› Como finais brasileiras e Copa do Brasil podem criar G9 no Brasileirão?› Sem Vitor Roque, quais são as opções do Palmeiras para decisão na Liberta?› Boca conta com 'milagre', mas precisa derrubar tabu para eliminar Vasco› Vimos o jogo do Corinthians ao lado de Seedorf: a noite do técnico na Arena› Foi pênalti para o Corinthians contra o Vitória? Ex-árbitros são unânimes› Por que GP dos EUA é palco na medida para a recuperação de Bortoleto› PSG x Barcelona vale título simbólico e tem disputa de sucessores de Neymar
Entretenimento

Kneecap estreia no Brasil com rap em irlandês e defesa da Palestina: 'Oprimidos pelas mesmas pessoas'

G1 Pop & Arte ·
Kneecap estreia no Brasil com rap em irlandês e defesa da Palestina: 'Oprimidos pelas mesmas pessoas'

Mo Chara, DJ Próvaí e Móglaí Bap formam o Kneecap Tom Beard/Divulgação No cenário global, eles ainda podem ser considerado um trio de rap incipiente da Irlanda do Norte, mas não dá para questionar que o Kneecap vive o auge da carreira ao chegar ao Brasil para sua primeira apresentação no país.

O show único acontece nesta sexta-feira (23), no Cine Joia, em São Paulo, após uma série de momentos marcantes pelo mundo.

Desde 2025, Mo Chara, Móglaí Bap e DJ Próvaí — mais conhecido por ser o usuário da balaclava com as cores irlandesas, símbolo do trio — já passaram por Japão, fizeram uma turnê pelo resto da Europa e lançaram um segundo disco celebrado pela crítica.

Ah, sim, também venceram nos tribunais uma acusação de terrorismo na Inglaterra, motivado em grande parte por causa da defesa da causa Palestina, que faz parte de suas apresentações e suas músicas.

Formado em 2017 em Belfast, o grupo ganhou fãs ao redor do mundo ao unir batidas pesadas, humor ácido, ativismo político e rimas quase integrais em gaélico — o idioma irlandês reprimido por séculos de domínio britânico.

"Depois de 800 anos de colonialismo, é natural ter empatia por pessoas que estão sendo colonizadas em qualquer lugar do mundo", afirma em entrevista ao g1 Mo Chara (que significa "meu amigo", em irlandês), ao explicar a ligação direta que traça entre a história de seu povo e a causa palestina.

"Não temos apenas uma história compartilhada; nós fomos oprimidos exatamente pelas mesmas pessoas".

Agora no g1 O julgamento de Mo Chara contra as autoridades britânicas, que o acusavam de ter levantado uma bandeira do Hezbollah durante um show em Londres, foi anulado por um juiz, mas serviu de inspiração para o álbum mais recente, "Fenian".

"No verdadeiro estilo Kneecap, nós viramos o jogo a nosso favor e criamos músicas como 'Carnival'.

A maioria das bandas se isola por semanas para gravar; nós tivemos que dividir esse tempo entre o tribunal e as gravações no estúdio", diz o rapper.

"Deveria ter sido um obstáculo maior, mas acabou sendo apenas um incômodo que influenciou o disco.

No fim das contas, ficamos muito felizes com o resultado e com essa 'contribuição' do governo britânico (risos)." Na conversa, o cantor falou sobre o processo intuitivo de compor misturando inglês e irlandês, a motivação por trás de seu ativismo e as expectativas para o Brasil.

Leia a entrevista abaixo, editada para clareza: g1 — Esta é a primeira vez de vocês no Brasil.

Quando e como vocês decidiram fazer uma turnê pela América Latina? Mo Chara — A América Latina é sempre um daqueles lugares em que qualquer pessoa de fora envolvida com música ama ir.

Ler a notícia completa no G1 Pop & Arte ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Pop & Arte.

Mais de G1 Pop & Arte

Ver tudo ›

Mais em Entretenimento

Ver tudo ›