Dez anos após o ouro, Micale se rende a Neymar e analisa declínio de Luan
Rogério Micale relembra conquista do ouro olímpico em 2016: "Marcada na minha história" Rogério Micale tem o nome marcado na história do futebol brasileiro como o técnico da Seleção no primeiro ouro na modalidade, em 2016, no Rio de Janeiro, batendo a Alemanha na final.
Agora, 10 anos depois daquela conquista, ele bateu um longo papo com o ge, recordando alguns bastidores e falando sobre dois dos principais nomes da campanha: Luan e Neymar.
Além disso, Micale repassou alguns pontos da carreira, como a passagem pelo Atlético-MG, logo após a conquista do ouro, o trabalho feito no Egito, sendo semifinalista olímpico novamente, e o desafio atual no comando do Londrina, na Série B do Brasileiro. – É um orgulho muito grande [o ouro olímpico].
Sempre quando lembro, me traz muita felicidade e é uma marca importante.
Dez anos, parece que aconteceu ontem, mas é uma coisa que vai estar sempre marcada na minha história e também do futebol brasileiro – disse Micale. + Saiba por onde andam os jogadores do ouro olímpico A escolha no comando Seleção Olímpica é convocada Ex-goleiro, Rogério Micale foi anunciado como técnico do Brasil nas Olimpíadas 2016 em junho daquele ano, menos de dois meses antes da estreia na competição.
Ele trazia na bagagem bons resultados na base e era o treinador do Brasil no Sub-20, sendo vice-campeão mundial um ano antes.
Inicialmente, Micale seria auxiliar de Dunga, então técnico da Seleção.
Porém, Dunga foi demitido após a eliminação na Copa América Centenário, e a CBF escolheu Micale para comandar a seleção olímpica – ele já vinha trabalhando com o sub-23 em amistosos preparatórios. – Eu dei uma entrevista logo no começo que o menos conhecido da seleção era o treinador.
Minha história era de base, né? Apesar de ser uma seleção sub-23, todos os jogadores já estavam nas suas equipes principais e tinham um destaque até grande – contou Micale. – Eu havia feito um trabalho com essa equipe de um ano.
O Dunga ia para a principal, e eu convocava os olímpicos na mesma data da FIFA.
Acho que foi uma das melhores preparações de equipe olímpica que a CBF fez – comentou.
No mesmo dia em que foi confirmado, Rogério Micale precisou fechar a pré-lista com 35 jogadores e 12 membros da comissão técnica para o torneio.
A relação final, com 18 atletas, foi divulgada duas semanas depois. – Foi tudo muito rápido e intenso, precisava tomar muitas decisões em 24 horas.
É meio louco, até o meu auxiliar escolhi uma e meia da manhã, que liguei para o Odair [Hellmann, atual técnico do Athletico].
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em ge.globo.com — o conteúdo pertence a ge.