‘Poderia ser qualquer uma de nós’: amiga lamenta feminicídio de professora no RS
Priscila Rosa da Silva, 40 anos, professora e servidora no município de Viamão Prefeitura de Viamão/Divulgação Uma pessoa que espalhava energia boa e alegria para onde quer que fosse.
Assim, Priscila Rosa da Silva, 40 anos, assassinada pelo ex-companheiro na frente da mãe em Porto Alegre, é descrita pela amiga Gabriela Paim.
Elas se conhecem desde 2017.
Passaram de colegas de trabalho, na Secretaria da Educação de Viamão, para amigas próximas.
Após o crime, que aconteceu na noite de domingo (9), Gabriela lamentou a morte de Pri, como ela chama, e fez uma apelo à sociedade 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp “Semana que vem, é uma Maria.
Na outra, uma Joana.
Ontem (domingo), infelizmente, foi a minha amiga.
Poderia ter sido eu, poderia ser qualquer uma de nós, e ninguém faz nada.
Quando essa realidade vai mudar? Quando que a gente vai viver sem medo?”, protesta.
Ela descreve Priscila como uma profissional exemplar, que se entregava ao trabalho e tirava o melhor das pessoas.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Rio Grande do Sul.