'Tem Peixe na Cuesta' deixa legado de inclusão, solidariedade e capacitação
Evento gastronômico e cultural no Espaço Cultural de Botucatu focou em transformação social e inclusão Higo Peixaria/Divulgação Quando a primeira edição do Tem Peixe na Cuesta encerrou suas atividades no Espaço Cultural de Botucatu, o saldo mais valioso deixado na cidade não deve ser medido apenas pelo volume daquilo que foi comercializado ou pelo público presente.
A análise do relatório institucional do evento revela que o festival, idealizado pela Higo Peixaria e Cozinha e viabilizado em parceria com a Prefeitura de Botucatu, funcionou como um potente catalisador de transformação social, capacitação profissional e inclusão humana no interior paulista.
Planejado inicialmente para ocorrer entre os dias 4 e 6 de setembro, o festival enfrentou condições climáticas adversas, com frio e garoa persistente.
Diante disso, a comissão da Prefeitura autorizou a extensão da programação até a segunda-feira, feriado de 7 de setembro.
A sensibilidade do Poder Público garantiu não apenas o sucesso do evento, mas a preservação dos recursos que seriam revertidos para o seu propósito central: a comunidade de pescadores do Porto Said.
Programação foi estendida até o feriado de 7 de setembro para apoiar a comunidade de pescadores Higo Peixaria Segundo Hugo Akira idealizador e proprietário da Higo Peixaria, O Tem Peixe na Cuesta nasceu do desejo de mostrar a riqueza do nosso mercado e aproximar a comunidade de uma alimentação saudável e acessível.
“Ver o Espaço Cultural movimentado e o interesse das pessoas nos dá a certeza de que estamos no caminho certo para fortalecer a cultura do pescado na nossa região." , afirma.
Festival contou com apresentações musicais e espaço infantil com entrada 100% gratuita em Botucatu Higo Peixaria/Divulgação Inclusão na prática e autonomia para Pessoas com Deficiência Um dos pilares mais marcantes da edição de estreia foi a acessibilidade e a inclusão social em formato 100% gratuito.
Em uma parceria articulada com o apresentador Betinho Oliveira, o evento disponibilizou espaços sem qualquer custo de locação para o Instituto Suma e para os alunos do INCAS - FUTDOWN, projeto que atende pessoas com síndrome de Down e outras deficiências intelectuais.
Longe de ser uma participação apenas contemplativa, os alunos vivenciaram na prática a rotina do evento: atuaram no atendimento ao público, na comercialização de produtos e no manuseio de troco.
A experiência proporcionou ganhos reais de autonomia, convivência e autoconfiança, aproximando a população botucatuense do trabalho fundamental desenvolvido por essas instituições.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.