"Injustiça" diz defesa de Marçal sobre decisão que barrou candidatura
A defesa da Pablo Marçal (PRTB) afirmou que a decisão do Tribunal Superior Eleitoral ( TSE ) de barrar a candidatura dele à Presidência da República foi uma “injustiça”.
A Corte já formou maioria para negar o registro de Marçal como candidato nas eleições de 2026.
Em nota, o advogado Tassio Renam declarou que “quem decide enfrentar o sistema e se colocar à disposição do país encontra obstáculos pelo caminho”.
Leia também Brasil TSE forma maioria para rejeitar candidatura de Pablo Marçal à Presidência Grande Angular Relatora vota contra registro da candidatura de Pablo Marçal à Presidência “ Vejo essa decisão como uma injustiça .
Houve uma decisão judicial determinando a filiação retroativa de Pablo Marçal ao PRTB, em um contexto que ainda foi atravessado pela suspensão do sistema Filia após os problemas envolvendo o Partido Missão e a filiação indevida de Flávio Bolsonaro.
É uma situação que, na minha avaliação, precisa ser considerada em toda a sua complexidade antes de se impedir uma candidatura à Presidência da República.
Infelizmente, fica mais uma vez a sensação de que quem decide enfrentar o sistema e se colocar à disposição do país encontra obstáculos pelo caminho “, disse o advogado.
4 imagens Fechar modal.
1 de 4 Pablo Marçal KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo 2 de 4 O candidato do PRTB à Presidência, Pablo Marçal KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo 3 de 4 Pablo Marçal KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo 4 de 4 O candidato do PRTB à Presidência, Pablo Marçal KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo O TSE formou maioria para barrar a candidatura de Marçal na noite de sexta-feira (11/9).
Votaram pelo indeferimento: a ministra relatora do caso, Estela Aranha, e os ministros Nunes Marques, André Mendonça e Ricardo Bôas Villas Cueva.
A relatora entendeu que Marçal não preenche condição de elegibilidade alusiva à filiação partidária e citou, também, a condenação à inelegibilidade pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) pela prática de uso indevido dos meios de comunicação social nas eleições de 2024.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.metropoles.com — o conteúdo pertence a Metrópoles.