Prefeita é alvo de ação por suspeita de fraude de R$ 1,3 milhão
Uma Ação Popular protocolada na Justiça baiana coloca no centro de uma série de purificação a prefeita de Taperoá, Christianne Mary Pereira Guimarães, conhecida como Kitty Guimarães (Avante), bem como o próprio município e a empresa 'LG Sonorização e Iluminação LTDA'.A petição, movida pelo cidadão, aponta um suposto esquema de irregularidades em contratos públicos com potencial de ter gerado um rombo de R$ 1.324.866,00 aos cofres municipais.A denúncia é sustentada por descobertas do Relatório Técnico Circunstanciado nº 002/2026 e revela quatro categorias principais de infrações administrativas e contratuais:Estouro de 94% no teto legal: a Ata de Registro de Preços nº 015/2023 fixava um limite global de R$ 680.000,00 para serviços de som e iluminação.
Contudo, a Prefeitura teria repassado R$ 1.324.866,00 à empresa, extrapolando em cerca de 94% o valor originalmente contratado e atropelando os limites legais de aditamento.Pagamentos com ata vencida: o instrumento contratual expirou em 12 de junho de 2024.
Mesmo assim, a gestão municipal liquidou e pagou R$ 634.065,00 ao longo do exercício de 2025, configurando contratação direta informal e sem validade jurídica.Ataque ao rito de liquidação: a ação destaca que os pagamentos não possuem ordens de serviço (OS), planilhas de medição nem atestados de fiscais.
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