Cuiabá reconhece santuário e local de missa do papa João Paulo II como patrimônios culturais
O Santuário Eucarístico São João Paulo II e o local onde o papa celebrou uma missa em 1991 foram reconhecidos como patrimônios de Cuiabá, nesta sexta-feira (16) Reprodução O Santuário Eucarístico São João Paulo II e o local onde o papa celebrou uma missa em 1991 foram reconhecidos como patrimônios de Cuiabá, nesta sexta-feira (16).
As duas leis foram sancionadas durante uma solenidade pelos 35 anos da visita do pontífice à capital pelo prefeito Abilio Brunini.
A Lei nº 7.660 reconhece o santuário como patrimônio cultural e religioso do município.
O texto também declara patrimônio cultural imaterial as celebrações, peregrinações, procissões e outras manifestações de fé realizadas no local. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Já a Lei nº 7.661 reconhece como patrimônio histórico e cultural de relevância religiosa a área onde São João Paulo II celebrou a missa em 16 de outubro de 1991.
O espaço compreende um raio aproximado de 60 metros a partir do ponto onde o altar foi instalado.
Segundo a Prefeitura de Cuiabá, o objetivo é valorizar a importância histórica do local e preservar as tradições religiosas ligadas à visita do papa.
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A recepção ao pontífice foi marcada pela emoção de fiéis que se aproximaram para cumprimentá-lo.
Durante o discurso, o papa abordou a situação dos imigrantes e demonstrou preocupação com as condições de vida das crianças.
Segundo ele, elas estavam entre as principais vítimas da migração descontrolada, expostas à miséria, à delinquência, ao abandono e à precariedade.
A proteção ambiental também esteve entre os temas tratados pelo pontífice.
Ele destacou a relação entre a preservação da natureza e o direito fundamental à vida.
João Paulo II ainda alertou para a exploração desordenada dos recursos naturais e afirmou que a busca por ganhos materiais muitas vezes se sobrepunha a valores essenciais.
O almoço do papa O almoço servido ao papa João Paulo II durante a visita a Cuiabá, em 1991, ficou marcado na memória de Raimundo Moreira do Nascimento Filho, um dos garçons responsáveis por atender o pontífice e sua comitiva.
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