Um, dois, três, quatro
POR LUIZ GUILHERME PIVA 1.
Nos intervalos e nos finais de jogos, os repórteres param alguns jogadores para supostamente entrevistá-los.
As perguntas são iguais, longas, descritivas.
As respostas são evasivas, desnecessárias.
Se a suposta entrevista fica muito curta, os repórteres emendam outra pergunta, também vazia e inútil.
É a pauta.
Não jornalística.
Mas sim a do tempo de exposição das marcas no painel atrás dos jogadores.
A maioria, de bets.
Que, no mínimo, por justiça, deveriam pagar uma porcentagem aos repórteres e jogadores por atuarem como garotos-propaganda desavisados.
Mas o certo mesmo seria acabar com os painéis.
Só que isso, claro, extinguiria as entrevistas.
Que, aliás, não fariam nenhuma falta.
2.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Esporte.