Museu Vassouras recebe obra da 36ª Bienal de São Paulo para nova exposição 'Sertões'
Museu Vassouras é inaugurado.
Divulgação/Redes Socais O Museu Vassouras (RJ) vai receber uma obra do Instituto Sertão Negro, apresentada durante a 36ª Bienal de São Paulo (SP), para compor a nova instalação Sertões.
A abertura acontece no dia 26 de setembro (sábado), e a instalação segue em cartaz até 4 de abril de 2027 (domingo).
Segundo a organização, esta é a primeira vez que a obra é apresentada fora do Pavilhão Ciccillo Matarazzo.
A entrada é gratuita.
A instalação propõe uma expansão do projeto que o Instituto Sertão Negro desenvolveu para a 36ª Bienal de São Paulo e conta com produções de artistas, moradores, residentes e colaboradores do ateliê em diálogo com registros e objetos da comunidade quilombola Kalunga (GO), que é o maior território quilombola em extensão do país.
Vídeos em alta no g1 ✅Clique aqui e entre no canal do g1 no WhatsApp Um dos momentos centrais da programação será a construção de uma parede de taipa de mão, técnica tradicional de bioconstrução em barro.
A estrutura será feita de forma colaborativa por integrantes do Quilombo Kalunga (GO) e do Quilombo São José da Serra, em Valença (RJ).
A organização também informou que a instalação reúne imagens produzidas nas décadas de 1980 e 1990, além de áudios com depoimentos de lideranças e guardiões da memória Kalunga.
O Museu Vassouras informou ainda que, no dia 26 de setembro (sábado), também será inaugurada a exposição “Vozes do Vale”, constituída a partir de uma pesquisa documental realizada com moradores da região e com obras de Luiz Zerbini, Minerva Cuevas e Rose Afefé.
Saiba mais sobre o Museu Vassouras Museu Vassouras será inaugurado neste sábado Divulgação/Museu Vassouras Localizado no Centro Histórico da cidade de Vassouras, na região do Vale do Café, o Museu Vassouras tem sua história iniciada em 1848.
A sede do Museu é o edifício do antigo Hospital Nossa Senhora da Conceição (Santa Casa da Misericórdia), que foi o primeiro hospital da cidade.
Em 1910, o prédio se tornou o asilo Barão Amparo, e permaneceu assim por décadas.
Sua mudança aconteceu em 1986, quando o imóvel foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).
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