Isabelle Caracristi disse para familiar que não acreditasse no namorado se acontecesse algo com ela
Namorado de Isabelle Caracristi é preso A jovem Isabelle Caracristi, encontrada morta em um prédio de Fortaleza, enviou mensagens a um familiar poucas horas antes de morrer.
O g1 apurou que ela teria dito ao parente para não acreditar na versão do namorado caso algo acontecesse com ela.
João Munhoz Neto, namorado de Isabelle, foi preso no bairro Aldeota, em Fortaleza, nesta terça-feira (22).
O conteúdo das mensagens foi repassado pelo familiar de Isabelle em depoimento à polícia. ✅ Clique e siga o canal do g1 Ceará no WhatsApp O parente da jovem de 22 anos disse ainda que o celular dela deveria ser entregue à polícia.
Isabelle informou a senha do telefone para o familiar.
O aparelho da jovem está na posse da Polícia Civil e é analisado pelos investigadores.
Isabelle Caracristi e João Munhoz Neto Reprodução LEIA TAMBÉM: Namorado de Isabelle Caracristi é casado com outra mulher, confirma advogada dele: ‘Em nenhum momento negou’ Namorado disse à polícia qual foi a última mensagem recebida de Isabelle Caracristi: 'Estou sentindo uma sensação estranha' Caso Isabelle Caracristi: exame pericial descarta que jovem estava grávida A morte da universitária ocorreu no dia 13 de setembro, mas ganhou repercussão somente após a mãe dela, a professora Isorlanda Caracristi, cobrar explicações nas redes sociais, na última sexta-feira (18).
Isabelle Caracristi estava no segundo semestre do curso de Direito.
Ela estagiou por aproximadamente 20 dias em um escritório de advocacia em Fortaleza, onde conheceu João Munhoz Neto.
De acordo com a empresa, em agosto, ela solicitou seu desligamento "por razões de ordem pessoal".
Prisão preventiva João Munhoz Neto, namorado preso suspeito de envolvimento na morte de Isabelle Caracristi.
Redes sociais/Reprodução João Munhoz, de 34 anos, foi alvo de um pedido de prisão preventiva da Polícia Civil, que, conforme apuração do g1, foi baseado nos seguintes artigos do Código Penal: 122: induzir ou instigar alguém a suicidar-se ou a praticar automutilação ou fornecer material para que a vítima provoque ferimento contra si; 147: ameaça.
O mandado de prisão foi expedido pela 2ª Vara do Júri de Fortaleza e foi cumprido contra o suspeito, em um apartamento na Avenida Santos Dumont, no bairro Aldeota, na capital, nesta terça-feira (22).
A advogada Lígia Peixe, que representa a defesa de João Munhoz, criticou a prisão preventiva, a qual ela disse que a pegou de surpresa.
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