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O nódulo pulmonar do Papa Leão 14 pode ser um câncer?

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O nódulo pulmonar do Papa Leão 14 pode ser um câncer?

Papa Leão XIV deixa Vaticano rumo ao hospital Gemelli, em Roma, para realizar cirurgia no pulmão em 13 de outubro de 2026.

REUTERS/Remo Casilli Muitas vezes, é necessário um raio-X ou uma tomografia computadorizada do tórax para detectar pequenos nódulos pulmonares, especialmente quando o paciente é assintomático.

Com menos de três centímetros, é menos provável que os nódulos pulmonares pressionem as vias aéreas ou causem dor no peito, falta de ar ou chiado na respiração.

No caso do Papa Leão 14 – que informou a um grupo reunido no Vaticano neste domingo (11/10) que os médicos haviam encontrado um nódulo em seu pulmão —, não está claro qual é exatamente o tamanho do nódulo.

O que se sabe até agora é que ele foi "detectado em um estágio muito inicial" e estava "bem localizado".

Isso sugere que não houve disseminação ou metástase.

Os médicos recomendaram ao pontífice a remoção do nódulo pulmonar.

Papa é internado para cirurgia.

Ele será internado nesta terça-feira (13/10), mas a data da cirurgia ainda não foi anunciada.

O papa manteve todos os compromissos agendados para esta segunda-feira, liderando um total de sete reuniões que já estavam marcadas, mas cancelou todos os demais compromissos até o próximo dia 20, informou o Vaticano.

Não se sabe se o nódulo dele foi descoberto por acaso, em exames de rotina, ou se ele foi examinado justamente porque apresentava sintomas.

Remoção de nódulo é dilema clínico bastante comum Um estudo publicado em 2019 aponta que a "detecção incidental de nódulos pulmonares em indivíduos assintomáticos" é considerada um "dilema clínico cada vez mais comum".

Esse "dilema" reside, em parte, no fato de que é difícil fazer biópsias – a remoção de uma pequena amostra de tecido do local ou do nódulo para determinar se é maligno (ou cancerígeno) – em nódulos pequenos.

Ao mesmo tempo, os riscos envolvidos em um diagnóstico cirúrgico são considerados "excessivos em comparação com a prevalência relativamente baixa de malignidade em nódulos pequenos", como apontou um artigo de 2017 publicado na revista científica European Respiratory Review.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mundo.

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