Projeto leva mais de 300 brinquedos para crianças em situação de vulnerabilidade em Campina Grande
Festa das crianças chega à 14ª edição em 2026.
Arquivo pessoal/Ramon Torres O Dia das Crianças é uma data simbolizada por brincadeiras e presentes, mas nem todas as crianças têm a oportunidade de celebrar a data da mesma forma.
Para levar alegria e momentos de lazer a crianças em situação de vulnerabilidade social, a Fraternidade Irmãos de Francisco realiza, há 14 anos, uma festa que atende comunidades urbanas e rurais de Campina Grande, no Agreste da Paraíba.
Com brinquedos, doces, brincadeiras e a presença de palhaços, a iniciativa busca fazer a alegria dos baixinhos e levar um pouco de esperança para as famílias atendidas. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp A ação atende crianças das comunidades do Papelão, nas proximidades do ginásio O Meninão, no bairro Dinamérica, e Luiz Gomes, no Jardim Paulistano, além de localidades rurais, como Santo Isidro, nas proximidades do Hospital da FAP, no bairro de Bodocongó.
Neste ano, as ações estão previstas para os dias 10 e 17 de outubro, e tem o objetivo de levar 350 brinquedos para as crianças atendidas.
Durante as ações, voluntários levam brinquedos, doces, biscoitos, água mineral e refrigerantes para as comunidades atendidas.
A festa também conta com brincadeiras e a participação de palhaços.
Para os voluntários, no entanto, a entrega dos presentes representa mais do que uma comemoração.
"Não é só o material, mas é a presença, um sorriso, é um abraço, é um palhacinho que vai conosco.
Então, desperta uma autoestima tremenda, tanto nas famílias como nas crianças," explica Ramon Torre, coordenador da instituição.
Agora no g1 Nas 14 edições da festa, os voluntários acumularam histórias que mostram o significado que um brinquedo pode ter para as crianças atendidas.
Em uma das ações, Ramon conta que algumas crianças receberam brinquedos que consideraram tão especiais que tiveram receio de abrir as embalagens.
"Eram brinquedos caros, brinquedos belíssimos, e a gente percebeu que muitas crianças tinham até pena de abrir aquela embalagem, porque elas ficaram admiradas.
A gente saiu de algumas comunidades e as crianças não abriram os brinquedos", lembra.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Paraíba.