Incêndio florestal consome 700 hectares em Cacau Pirêra, distrito de Iranduba; Bombeiros suspeitam de crime ambiental
Bombeiros atuam no rescaldo após combate a um incêndio florestal em Cacau Pirêra, distrito de Iranduba.
Rede Amazônica Um incêndio florestal destruiu cerca de 700 hectares às margens da rodovia AM-070, em Cacau Pirêra, distrito de Iranduba, na Região Metropolitana de Manaus.
O Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas foi acionado na noite de quarta-feira (23) e trabalhou até a madrugada desta quinta-feira (24) para controlar as chamas.
O fogo foi contido e as equipes seguem no rescaldo.
No combate, participaram 35 bombeiros e 15 viaturas.
Foram usados mais de 150 mil litros de água.
A estimativa é que o incêndio tenha atingido cerca de 700 hectares.
Na manhã desta quinta-feira (24), equipes permanecem no local para realizar o rescaldo, monitorar a área e evitar uma possível 'reignição' das chamas, ou seja, para evitar que o fogo volte a se espalhar. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp Bombeiros acreditam que incêndio foi criminoso Durante o combate ao incêndio, a equipe de análise do CBMAM identificou que árvores atingidas pelo fogo apresentavam sinais de terem sido cortadas antes do incêndio.
O comandante do CBMAM, Coronel Muniz, disse à Rede Amazônica que a vegetação teria sido cortada e deixada para secar antes do início das chamas.
Agora no g1 Para o coronel, os indícios mostram que o incêndio foi provocado de forma intencional.
"Uma das coisas que chamou a atenção foi exatamente isso: todas as árvores queimadas apresentavam essa característica, elas foram previamente cortadas.
Então é possível a gente observar que elas foram devidamente cortadas, foi esperado secar a vegetação cortada e a partir daí surgiu o incêndio.
Isso nos leva a crer que o incêndio foi completamente intencional e criminoso", analisou.
O coronel Muniz informou que equipes de investigação estão em busca dos responsáveis.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Amazonas.