Veja quem é o doleiro que teve R$ 1,8 milhão apreendido em apê na Asa Norte
Após a Polícia Civil do Distrito Federal apreender duas bolsas com cerca de R$ 1,8 milhão em um apartamento de um prédio sofisticado da Asa Norte em 14 de agosto , o nome do doleiro Fayed Antoine Traboulsi ( foto em destaque ) voltou a ganhar os holofotes.
Nos bastidores do Distrito Federal, o empresário há anos é associado a estruturas invisíveis de poder , muito além de sua atuação como doleiro e operador financeiro em grandes escândalos.
Fayed é libanês, nascido em Beirute, mas naturalizado brasileiro.
O “Turco”, como é conhecido entre seus patrícios, tornou-se um ilustre personagem do câmbio negro praticado na capital candanga, por comandar um império de entretenimento noturno e casas de jogos de alto padrão .
Entre os empreendimentos ligados a ele estão a lendária boate Vegas, na 403 Sul, que já encerrou as atividades; a casa de entretenimento adulto Paradise, no Setor Hoteleiro ; e o clube de pôquer Play To Win (P2W).
Para tentar se esquivar do alcance da lei e ocultar a propriedade efetiva dos empreendimentos, o empresário recorria, segundo investigações, a uma rede de laranjas e testas de ferro.
Os estabelecimentos, nesse contexto, não funcionavam apenas como negócios lucrativos.
Tornaram-se também pontos de encontro onde política, dinheiro vivo e relações de poder se cruzavam longe dos holofotes.
A viagem de Fayed para os Estados Unidos logo após a deflagração da Operação Cedro de Ouro acrescenta um novo capítulo à trajetória do operador, que já foi alvo de operações emblemáticas da Polícia Federal, como Miquéias e Naum.
A coluna Na Mira tenta localizar a defesa de Fayed Traboulsi.
O espaço segue aberto para posicionamentos.
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O dinheiro foi localizado e apreendido pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) durante a Operação Cedro de Ouro, deflagrada em 14 de agosto.
Logo após a ação policial e a apreensão do montante, Fayed deixou o Brasil com destino aos Estados Unidos.
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