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A nova ofensiva de Ricardo Couto contra ‘puxadinhos’ no governo do Rio de Janeiro

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A nova ofensiva de Ricardo Couto contra ‘puxadinhos’ no governo do Rio de Janeiro

O governador interino do Rio de Janeiro , o desembargador Ricardo Couto , extinguiu 1.050 cargos comissionados que estavam vagos no Poder Executivo.

O decreto foi publicado nesta terça-feira, 15.

A decisão ocorre após um levantamento identificar um conjunto de posições de baixo custo que estavam ociosas devido a “alterações promovidas ao longo de administrações anteriores”, que desmembraram estruturas maiores em postos menores, os chamados “puxadinhos”.

“Havia, inclusive, funções com gratificações de apenas R$ 20.

Embora o valor do cargo fosse simbólico, a nomeação para a função permitia a vinculação do ocupante à estrutura administrativa e o recebimento, no conjunto da remuneração, de pelo menos um salário mínimo (R$ 1.621,00), o que automaticamente aumentava o custo para o Poder Executivo”, informou o governo do estado do Rio em nota.

A medida procura impedir que as vagas continuem disponíveis para futuras nomeações.

A maioria dos cargos abolidos está na Secretaria da Casa Civil , com 369 cargos, seguida da Secretaria de Governo, com 77, e da Secretaria de Habitação de Interesse Social, com 64. + Ricardo Couto: “Legitimidade popular eu não tenho, mas constitucional, sim” Continua após a publicidade Próxima gestão O comunicado também informou que trata-se da primeira etapa de uma revisão de cargos comissionados com o objetivo de racionalizar a distribuição.

O trabalho é conduzido pela Secretaria de Estado da Casa Civil .

A segunda fase consistirá numa reorganização e concentração da informação sobre cargos comissionados vagos existentes na administração estadual para que seja possível estabelecer “uma visão consolidada da estrutura do Executivo”, acrescentou a declaração.

“A iniciativa busca aumentar a racionalidade da gestão e deixar uma estrutura mais organizada para a próxima administração.

Com um diagnóstico centralizado, o próximo governador poderá avaliar de forma mais clara o tamanho, a distribuição e a necessidade dos cargos comissionados antes de tomar decisões sobre novas nomeações ou eventuais reorganizações”, concluiu.

Continua após a publicidade + O novo decreto de Ricardo Couto para garantir neutralidade no governo do Rio nas eleições Economia milionária No mês passado, o governo do Rio anunciou que ultrapassou a marca de 6 mil exonerações em todos os órgãos da administração.

O número representa cerca de 43% do total de mais de 14 mil cargos comissionados existentes em março.

O desligamento gerou uma economia projetada até dezembro de R$ 221 milhões — uma das promessas de Couto, no comando do Palácio Guanabara desde 24 de março.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.

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