Rodrigo Santoro não se interessou de cara por vilão de 'Três Horas para Viver': 'Protocolar, tradicional'
Rodrigo Santoro quis mudar vilão de 'Três Horas para Viver' Quando leu pela primeira vez o roteiro de "Três Horas para Viver", Rodrigo Santoro não amou seu personagem.
Achou que Damián Zaldívar era um retrato "protocolar e tradicional" dos vilões clássicos de filmes de ação.
Não satisfeito, o ator brasileiro conversou por duas semanas com o diretor Scott Waugh (“Os Mercenários 4”) por Zoom e o convenceu a fazer algumas mudanças, entre elas, a incluir o português em suas falas.
"Foi aí que nasceu a ideia de que, de repente, o pai do Damián era brasileiro", contou Rodrigo Santoro ao g1.
Rodrigo Santoro em cena de 'Três Horas para Viver'.
Divulgação Rodado na Austrália, o longa acompanha Hank Malone (Alan Ritchson), uma espécie de entregador de elite responsável por transportar os mais variados tipos de encomenda.
Em inglês, ele é um runner, termo que também dá nome ao filme em sua versão original.
A trama começa a se desenrolar quando Hank, um brutamonte do bem, é convocado para levar um fígado que pode salvar a vida de uma menininha de sete anos.
O problema é que o órgão também é cobiçado por Damián, um violentíssimo chefe de cartel, que tem seus próprios motivos para tentar roubá-lo.
Hank conta com a ajuda do médico tagarela Ben Bishop, interpretado por Owen Wilson, de “Marley & Eu”.
É ele quem o acompanha nessa peleja de tentar fazer o fígado chegar inteiro ao hospital e dentro do prazo.
“Três Horas para Viver” estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (29). 'Sotaque de merda' Rodrigo Santoro em cena de ‘Três Horas para Viver’.
Divulgação.
A ideia de fazer Damián falar português surgiu durante um ensaio.
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