quinta-feira, 29 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Trump diz que robôs importados representam riscos à segurança nacional, mas não impõe tarifas› Apple lança notebooks com tela sensível ao toque e valor elevado› Microsoft tem receita acima do esperado em computação em nuvem› Oracle ameniza preocupações com gastos em IA com plano para tornar fluxo de caixa positivo› MacBook Pro ganha tela OLED sensível ao toque pela primeira vez; veja fotos› ANPD publica guia do ECA Digital com deveres de redes sociais e apps› Rover da Nasa detecta partículas ultrafinas de poeira em Marte› NY veta chatbots de IA que fingem amizade e namoro com crianças› Brasil encosta na China e supera 10 milhões de programadores em hub global› Snapchat enfrenta 1º júri por vício em redes sociais ao lado da Meta› Trump diz que robôs importados representam riscos à segurança nacional, mas não impõe tarifas› Apple lança notebooks com tela sensível ao toque e valor elevado› Microsoft tem receita acima do esperado em computação em nuvem› Oracle ameniza preocupações com gastos em IA com plano para tornar fluxo de caixa positivo› MacBook Pro ganha tela OLED sensível ao toque pela primeira vez; veja fotos› ANPD publica guia do ECA Digital com deveres de redes sociais e apps› Rover da Nasa detecta partículas ultrafinas de poeira em Marte› NY veta chatbots de IA que fingem amizade e namoro com crianças› Brasil encosta na China e supera 10 milhões de programadores em hub global› Snapchat enfrenta 1º júri por vício em redes sociais ao lado da Meta
Brasil

O andarilho e sua sombra

A Tarde ·
O andarilho e sua sombra

A imagem do Gulfstream G400 pousando em Opa-locka, em Miami, com Flávio Bolsonaro e família a bordo, depois de cruzar a fronteira a pé em Foz do Iguaçu, pegar um voo privado em Puerto Iguazú e fazer escala em Guayaquil, pode parecer até cena de cinema a partir do roteiro adaptado de uma fuga.Ele descumpriu ordem do ministro Alexandre de Moraes para entregar os passaportes, no âmbito de inquérito que apura suspeita de lavagem de dinheiro, e escolheu evadir-se com medo – outra ação da família Bolsonaro a tentar projetar sombra sobre a democracia brasileira.Depois de evitar reconhecer a derrota para o presidente Lula por mais de 4,4 milhões de votos, Flávio reproduz o conhecido enredo: questionar sem provas, vitimizar-se e buscar abrigo externo.

Leia Também: OPINIÃO O mar da fé no turismo OPINIÃO Ônibus, voto e democracia OPINIÃO Além de Lula e do mal A boa notícia está na solidez das instituições.

O processo eleitoral, validado pelo TSE e acompanhado internacionalmente, permanece de pé.

Grave, porém, é o segundo ato.

Flávio não foge apenas da Justiça; foge para os Estados Unidos a fim de se encontrar com o irmão Eduardo Bolsonaro, também foragido, e com um círculo disposto a tentar forjar uma dissidência ilegítima contra o Brasil.É uma ameaça direta à soberania nacional: fazer oposição a partir de um governo estrangeiro, oferecendo visto e palanque.

Donald Trump, às voltas com as eleições para o Congresso de 3 de novembro, onde pode perder maioria, declarou só aceitar o resultado se ele considerar as eleições “honestas”.

A ressalva, sem qualquer prova de fraude, nomeia a eleição brasileira de “muito estranha”, além de atribuir a Flávio e família a condição de “fine people”.

O recado está dado: como se fosse um deus, ele quer decidir o destino do Brasil.

Duas democracias não podem ficar reféns do humor de quem condiciona a regra do jogo.

O Brasil já provou: a nossa democracia independe de tiranias externas.Cabe agora ao Estado manter a aplicação da lei, e cabe à sociedade brasileira escapar da armadilha conceitual de confundir fuga com exílio.

Ler a notícia completa no A Tarde ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em atarde.com.br — o conteúdo pertence a A Tarde.

Mais de A Tarde

Ver tudo ›

Mais em Brasil

Ver tudo ›