Com direção e atuação de Flávio Bolsonaro: Mentir, Omitir, Fugir
Fiz esse título pensando em um ótimo filme do diretor Ryan Murphy com os incríveis Júlia Roberts e Javier Bardem chamado: "Comer, Rezar, Amar".
Esse filme do Ryan Murphy é uma comédia romântica muito gostosa e leve de assistir.
Mas o filme de Flávio Bolsonaro é de suspense psicológico e terror violento e em alguns momentos fica um filme sombrio e sobrenatural.
Flávio Bolsonaro mente o tempo todo descaradamente em tudo, sempre que pode omite ou nega algo que em poucos dias é desmentido, mas nem se incomoda porque aí começa a fugir de respostas.
Sua entrevista na "suspeita Globo" foi salva pela idoneidade e profissionalismo da ótima jornalista Renata Lo Prete.
Qual é a explicação para um candidato à Presidência da República ser recebido para almoçar pelo dono e pelo diretor de uma grande emissora de TV sendo que à noite ele será sabatinado?
Pior, no dia anterior o concorrente esteve lá e o tratamento foi completamente diferente.
Enfim, nesse filme há suspeita de espionagem também porque o advogado Willer Tomaz, amigo de Flávio Bolsonaro, recebia minutas de decisões do STJ (Superior Tribunal de Justiça) antes da publicação, aponta a Polícia Federal.
Antônio Carlos Simões Soares, procurador aposentado, ligado também a Flávio Bolsonaro, era um interlocutor de Willer Tomaz.
Ele é suspeito de vazar informações sigilosas e combinar o conteúdo de pareceres com o advogado (coluna de Natália Portinari).
"Comer, Rezar, Amar" é um filme doce e leve com um teor espiritual muito interessante, enquanto "Mentir, Omitir, Fugir" é sinistro e obscuro, com péssimos atores porque na primeira cena você sabe quais são os vilões da trama, além de ficar claro quem é o roteirista que escreveu esse plano macabro.
É isso que estamos presenciando: uma trama explícita de favorecimento para um candidato de todos os lados porque honestamente só no voto com campanha Flávio Bolsonaro (extrema-direita) não seria um problema para um estadista como Lula, que acabou de ser considerado pelo The New York Times o estadista latino-americano mais importante do século.
Sem um favorecimento e ajuda até de uma boa parte da imprensa, Lula já teria vencido no primeiro turno.
Flávio Bolsonaro (extrema-direita) está envolvido em tudo até o pescoço, principalmente com seu "irmão" "Dom Vorcaro".
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Esporte.