Chuva testa SP Open 2026, mas Boulevard mantém torneio de pé mesmo com paralisações
O SP Open 2026 , que está sendo realizado no Parque Villa Lobos, em São Paulo (SP), tem sido desafiado pelas chuvas na capital paulista.
O cenário colocou à prova e validou a aposta do torneio em uma estrutura que vai muito além das quadras.
Em comparação com a primeira edição do WTA 250 realizado pela IMM no ano passado, o Boulevard, espaço que concentra ativações dos mais de 40 patrocinadores do torneio e outras atrações, foi ampliado com mais áreas cobertas, que agregaram aos ambientes de convivência.
“Quando as partidas são interrompidas, esses espaços permitem que o público continue circulando e aproveitando o evento enquanto aguarda a retomada da programação”, lembrou Marcia Casz, diretora do SP Open, em entrevista à Máquina do Esporte .
“Momentos como esse mostram a importância de o SP Open não se limitar ao que acontece em quadra.
Ter outras atrações e espaços disponíveis dá ao público alternativas durante uma paralisação e permite que o evento continue acontecendo enquanto as condições para os jogos são reavaliadas”, acrescentou.
LEIA MAIS: SP Open evolui diversidade de patrocinadores enquanto cresce faturamento e impacto A organização nota que boa parte do fluxo se desloca para o Boulevard nos momentos de paralisação, reforçando o papel do espaço como extensão da experiência do torneio.
“Naturalmente, quando as pessoas não estão na quadra, elas estão no Boulevard consumindo, mas isso não é o ideal.
A chuva não é algo positivo, pois acaba reduzindo a frequência geral do público no parque”, ponderou Lui Carvalho, co-diretor do SP Open.
“A chuva inevitavelmente compromete parte da experiência, porque o público vem ao torneio para assistir aos jogos, mas entendemos que a estrutura atual responde bem a essas situações”, continuou o executivo.
View this post on Instagram Digital Com a estrutura montada no Parque Villa Lobos, o SP Open possibilita, mais do que as disputas dentro de quadra, a aproximação entre as jogadoras e seus fãs, que têm acesso a espaços em que podem interagir com as atletas.
“A proximidade das tenistas com o público é algo muito importante para o SP Open, principalmente com os mais jovens, que podem acompanhar de perto os aquecimentos, os jogos e as ativações”, lembrou Lui Carvalho.
Logicamente, a chuva impede que o momento aconteça.
É nesse cenário que o trabalho do torneio nas redes sociais ganha importância.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em maquinadoesporte.com.br — o conteúdo pertence a Máquina do Esporte.