'Morreu após dizer não': por que identificar os sinais de violência pode salvar mulheres em RO
Aluno mata professora a facadas em Rondônia; Justiça converte prisão em flagrante do estudante em preventiva Na última aula que deu antes de morrer, Juliana Santiago prometeu aos alunos que aquela seria a “melhor matéria da semana”.
Horas depois, a professora foi morta a facadas por um aluno dentro do Centro Universitário Aparício Carvalho (Fimca), em Porto Velho.
Ele foi denunciado por feminicídio.
Juliana tinha 41 anos, era escrivã da Polícia Civil e também atuava como professora de Direito Penal.
Contexto: o crime aconteceu em fevereiro de 2026.
De acordo com testemunhas, o aluno do 5º período de Direito, João Cândido da Costa Junior, de 24 anos, aguardou Juliana ficar sozinha depois da aula e começou uma discussão.
Na sequência, ele a atacou com um punhal.
A professora foi atingida nos dois seios e sofreu uma laceração no braço.
A defesa dele optou por não se pronunciar.
Em entrevista ao g1, Marisson Dourado, que era aluno da professora, contou que Juliana era uma pessoa otimista, positiva e acolhedora.
Segundo ele, ela estava sempre preocupada em inovar e tornar as aulas mais leves e dinâmicas.
“Sabia identificar as nossas limitações, sabia identificar as nossas fragilidades e quase que com as próprias mãos tinha o prazer de ensinar e de transportar a gente.
Empregou didáticas completamente novas.
Fazia seminários completamente diferentes, com teatro”, disse.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Rondônia.