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Brasil

Mais do que ponto de apoio, motoristas querem trabalhar em plataforma própria

Campo Grande News ·
Mais do que ponto de apoio, motoristas querem trabalhar em plataforma própria

Depois de uma hora em reunião com o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos (PT), na tarde desta quinta-feira (17), os motoristas de aplicativos de Campo Grande apontaram que o caminho para melhorar as condições de trabalho da categoria é fortalecer plataformas próprias.

O encontro contou com a participação da bancada do PT da Câmara Municipal e da deputada federal Camila Jara (PT) e faz parte da atuação do ministro, que está percorrendo o Brasil ouvindo as demandas dos motoristas de aplicativos.

Para os sul-mato-grossenses, a falta de pontos de apoio é um problema secundário.

O motorista de aplicativo e representante da Te Levo, Cristiano Cesar Trindade Guilherme, afirma que não há incentivo para a consolidação de aplicativos regionais.

Segundo ele, a própria regulamentação municipal já traz as primeiras barreiras.

"Ai as grandes operadoras transformaram o transporte por aplicativo em algo mais barato que a passagem de ônibus.

E quem paga o preço é quem está na ponta: o motorista.

Porque, ao mesmo tempo em que elas jogam o dinâmico lá e pagam um preço legal na corrida, colocam o colega numa região e depois jogam uma corrida de R$ 1 por quilômetro, R$ 0,80, R$ 1,10.

E o colega chega a uma hora em que precisa aceitar a corrida, porque tem que sair de lá, tem que voltar.

Então, é um jogo desumano", exemplificou.

O resultado, segundo ele, são jornadas de trabalho exaustivas.

"Ontem eu vi um vídeo de um colega que ficou 24 horas na rua para ganhar R$ 500.

Vinte e quatro horas rodando.

Isso é um absurdo.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.campograndenews.com.br — o conteúdo pertence a Campo Grande News.

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