Defesa de DJ Dani Brasil diz que ele bebeu após morte de cachorro, tomou remédio e isso levou a um surto: 'Não sabe para onde foi'
Motorista bêbado atropela e mata morador em situação de rua na Zona Sul de SP A defesa do DJ e produtor musical Dani Brasil afirmou nesta sexta-feira (9) que o artista bebeu álcool após a morte de seu cachorro e tomou zolpidem, medicamento utilizado para tratar a insônia, antes de sair de casa e atropelar, arrastar e matar um homem em situação de rua em Santo Amaro, na Zona Sul de São Paulo.
Segundo o advogado Renato Marques Martins, a combinação teria provocado um surto, e o DJ diz não se lembrar do que aconteceu.
A audiência de custódia do DJ está prevista para este sábado (10).
"Ele me disse que estava em casa, que estava muito triste porque o cachorro dele morreu, que ele havia bebido, pouco, mas que para dormir tomou zolpidem e isso deve ter levado ele a um surto.
Ele não se lembra do que aconteceu, só se lembra de ter um ataque de pânico no carro e foi recobrar a consciência na delegacia", afirmou o advogado.
Dani Brasil foi preso nesta sexta após o atropelamento seguido de morte enquanto dirigia embriagado, segundo a Polícia Militar.
O caso aconteceu em Santo Amaro, na Zona Sul da capital paulista (leia mais abaixo).
O DJ internacional Dani Brasil foi preso nesta sexta-feira (9) em São Paulo, após dirigir bêbado, atropelas e matar em morador em situação de rua em Santo Amaro, Montagem/g1/Reprodução/Redes Sociais e TV Globo A defesa reconheceu a responsabilidade do artista pelo ocorrido, mas disse que pretende apresentar a versão de que ele estava sob efeito da combinação de álcool e medicamento.
"Isso não tira a responsabilidade dele, mas explica uma tragédia que aconteceu.
Ele está muito consternado, ele é uma pessoa trabalhadora, uma pessoa do bem, ele não estava numa balada bebendo, foi o remédio que o levou a sair de casa.
Ele não sabe nem para onde foi.
Foi um surto provocado pelo remédio", disse Martins.
O advogado afirmou também que pretende pedir à Justiça que o artista responda ao processo em liberdade.
Segundo o advogado, o DJ é réu primário, tem residência fixa no Brasil e exerce atividade profissional.
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