Cleitinho promete descentralizar a saúde e rever contratos de pedágio durante agenda no Sul de Minas
Veja como foi o dia dos candidatos ao governo de Minas Gerais O candidato ao governo de Minas Gerais pelo Republicanos, Cleitinho Azevedo, afirmou nesta sexta-feira (11), durante agenda em Pouso Alegre, no Sul de Minas, que pretende descentralizar os serviços de saúde e revisar contratos de pedágio caso seja eleito.
As propostas foram apresentadas durante uma caminhada pelo centro da cidade, onde o senador também destacou a importância econômica da região para o estado. 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram Após passar por Itajubá e Santa Rita do Sapucaí, Cleitinho chegou a Pouso Alegre no fim da tarde para uma reunião com lideranças políticas e, em seguida, participou de uma caminhada com eleitores e apoiadores pelo centro da cidade.
Durante o percurso, que passou pelo Mercado Municipal e pela Catedral Metropolitana, o candidato apresentou propostas que pretende implementar caso seja eleito governador de Minas Gerais.
Os principais temas abordados foram saúde pública, infraestrutura rodoviária e desenvolvimento regional.
Cleitinho promete descentralizar a saúde e rever contratos de pedágio durante agenda no Sul de Minas Reprodução EPTV Na área da saúde, Cleitinho defendeu a descentralização dos serviços e o fortalecimento das estruturas regionais, com maior participação dos municípios e dos consórcios de saúde.
Ele afirmou que pretende reduzir a concentração dos atendimentos em Belo Horizonte.
"A gente precisa descentralizar, trazer essa saúde para a região, para que a gente possa fortalecer a superintendência, e não deixar a saúde só lá dentro da capital.
A gente vai fazer isso com o parceiro de equipe, com os secretários, com todas as secretarias de saúde, com o próprio município, com os consórcios", disse o candidato.
O candidato também criticou contratos de concessão de rodovias e afirmou que pretende revisar os acordos relacionados aos pedágios.
Segundo ele, o objetivo é garantir mais transparência e priorizar o interesse público.
"Outra coisa que revolta muito o cidadão aqui é a falta de transparência, que foram feitos esses contratos sobre a questão dos pedágios.
A gente está falando de pedágios, que aqui custa R$ 15, R$ 16, e não tem investimento nenhum, não tem nem duplicação.
Então a gente vai rever contrato por contrato.
Se não tiver interesse público, a gente vai ter que resolver isso aqui", completou.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.