Após visita, Flávio Bolsonaro diz que pai ficou feliz com resultado do 1º turno e está otimista
O senador e candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), visitou seu pai, Jair Bolsonaro (PL), na manhã desta terça-feira (13), e afirmou que o ex-presidente ficou feliz com o resultado eleitoral do primeiro turno e está otimista em relação ao futuro.
Foi a primeira visita desde julho, após o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes ter autorizado a retomada do contato entre Flávio e Jair nesta segunda-feira (12).
A proibição, também determinada pelo ministro, estava em vigor por 90 dias e ficou mantida durante a campanha presidencial.
Na decisão em que autoriza a visitação, Moraes afirma que as visitas não poderão ter “finalidade político-eleitoral” e mantém o veto à divulgação de manifestos ou declarações do ex-presidente.
Bolsonaro cumpre prisão domiciliar após ter sido condenado a mais de 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado.
“Ele estava muito alegre com o resultado dessas eleições, com o primeiro turno com a gente ganhando na frente.
Ele estava muito feliz com ter sido ouvido pela maioria do povo brasileiro, que deu um Senado forte para a legislatura a partir de 2027, deu uma Câmara ainda mais forte também, mais à direita”, disse Flávio.
“A expectativa dele é a melhor possível com relação ao futuro do nosso Brasil”, completou o candidato, que disputa o segundo turno da eleição presidencial contra Lula (PT) no próximo dia 25.
Flávio chegou ao condomínio do pai, na região do Jardim Botânico, em Brasília, por volta das 9h40.
Como o senador visitou o ex-presidente na condição de seu advogado, a visita teve duração máxima de 30 minutos, conforme determinou o STF.
O senador disse que Bolsonaro está bem e fez “piadinhas sem graça”.
“Saio daqui com energia renovada […] para a gente dar esse gás final até o segundo turno. […] Me dá muito mais força, mais entusiasmo”, completou.
Após a visita, Flávio também declarou à imprensa que votará a favor do fim da escala 6×1, proposta do governo Lula.
Pressionado pela eleição, o senador mudou seu discurso ele vinha chamando a medida de oportunista e evitava declarar voto.
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