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FMI reduz crescimento da economia brasileira e traz alertas

Jovem Pan ·

O Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu a projeção de crescimento da economia brasileira de 2,4% para 2,2% em 2026.

A redução é justificada pelos efeitos restritivos da Selic sobre a atividade econômica brasileira e um cenário internacional mais adverso, caracterizado pelo choque do petróleo e pela guerra tarifária.

A revisão da projeção do FMI está longe de ser uma catástrofe, mas diz muito sobre a necessidade de o próximo governo realizar reformas a fim de tirar o país do eterno voo de galinha, caracterizado por crescimento de 2%.

Infelizmente, o país não conta mais com um cenário internacional favorável para crescer como ocorreu no início dos anos 2000, com o boom de commodities da China.

Agora, a fotografia é outra.

Em vez de globalização, há fragmentação econômica.

No lugar da cooperação econômica, há conflitos geopolíticos.

E a liquidez internacional foi substituída pela elevação dos juros nos países desenvolvidos.

Nesse cenário mais adverso, é urgente a realização de uma reforma fiscal capaz de reduzir a taxa de juros para um patamar aceitável.

Com juros estruturalmente menores no país, o Brasil passa mais tranquilamente pelas adversidades internacionais, e a dinâmica de investimentos e crescimento do PIB passa a ser mais ditada pelo ambiente interno do que o externo.

Quem sabe um dia, com reformas fiscais, o FMI não reduza a projeção de crescimento do Brasil de 4% para 3,8%.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jovempan.com.br — o conteúdo pertence a Jovem Pan.

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