Terremoto na Venezuela muda perspectiva de jovem promessa do tênis de mesa
Nesta quarta-feira (21), as mesas de Foz do Iguaçu (PR) recebem não apenas grandes ralis, mas uma verdadeira lição de vida nos Jogos da Juventude CAIXA 2026.
Existem experiências que mudam a maneira como enxergamos o mundo — algumas chegam com o passar dos anos, outras aparecem muito antes do imaginado.
Foi o que aconteceu com Heitor Rieff, mesatenista de Mato Grosso do Sul. + SIGA O OTD NO WHATSAPP , YOUTUBE , TWITTER , INSTAGRAM , TIK TOK E FACEBOOK Aos 15 anos, o jovem embarcou para Caracas, na Venezuela, para disputar uma etapa do circuito mundial juvenil.
O que deveria ser apenas mais uma oportunidade de experiência internacional se transformou em um dos episódios mais marcantes de sua vida.
Dois terremotos atingiram o país e provocaram o cancelamento da competição.
Heitor voltou ao Brasil em segurança, mas trouxe na bagagem uma nova maneira de valorizar cada momento.
“Foi uma situação muito complicada.
Mexe bastante com o nosso emocional, com muita coisa dentro da gente que às vezes não esperamos”, relembra o atleta.
Quase quatro meses após o susto, Rieff disputa sua segunda e última edição dos Jogos da Juventude com uma compreensão diferente.
“Passar por uma experiência como essa traz a gente para o presente, ensina a curtir coisas que às vezes não curtiríamos.
Não sei se aproveitaria todos os momentos que vivi depois daquilo tão bem quanto aproveitei por causa do que aconteceu.
Voltar ao esporte, estar aqui de novo jogando tênis de mesa em um lugar onde sei que estou seguro, é tranquilizador e incrível.” Mais sobre tênis de mesa Tênis de Mesa Raphael Ito para na primeira rodada da chave no Youth Contender de Lignano Tênis de Mesa Em final dramática, Brasil cai para a Argentina e é prata no Pan-Americano Atletismo Corredora que recuperou saúde com esporte ganha medalha em Foz do Iguaçu Tênis de Mesa Brasil bate Canadá e vai à final masculina do Pan de Tênis de Mesa Uma vida ao redor das mesas A relação de Heitor com o esporte começou na infância, influenciado pela família — um primo atuou como técnico da Seleção Brasileira Paralímpica de base.
Desde os dez anos, os treinamentos e as viagens moldaram sua formação.
“Boa parte das experiências que vivi está ligada ao tênis de mesa.
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