Audiolivros ganham espaço entre leitores da Bienal do Livro e ajudam brasileiros a encaixar a literatura na rotina
Audiolivros ganham espaço e transformam o hábito de leitura Enquanto milhares de visitantes circulam pelos corredores da 28ª Bienal do Livro de São Paulo em busca de lançamentos, autógrafos e livros impressos, um outro formato vem conquistando cada vez mais espaço entre os leitores: o audiolivro.
Ouvir uma história no trânsito, durante uma caminhada, na academia ou enquanto faz as tarefas de casa deixou de ser uma exceção para se tornar um hábito para muita gente.
E, ao contrário do que muitos imaginam, o crescimento dos audiolivros não significa que o livro físico esteja perdendo espaço.
Na prática, os dois formatos passaram a conviver na rotina de muitos leitores.
É o caso da estudante Giovanna Lima Silva, que alterna entre os dois formatos de acordo com o momento do dia.
"Meu preferido mesmo é ler livro físico.
Mas nem sempre é viável levar um calhamaço para o ônibus.
Então eu gosto de equilibrar entre os dois.
Livro físico eu leio mais quando estou em casa, relaxada.
Audiolivro eu posso ouvir em qualquer lugar", conta.
A rotina explica a escolha.
Giovanna passa cerca de uma hora por dia no transporte público e começou a ouvir audiolivros há quase dois anos, durante os deslocamentos.
"Foi mais pela praticidade.
No ônibus lotado, às vezes não tem condição de abrir um livro.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 São Paulo.