A ciência por trás da paternidade: como a participação ativa na criação dos filhos pode mudar o cérebro dos pais
As mudanças no cérebro dos homens que cuidam dos filhos “Meu pai é o amor da minha vida.” A declaração resume, para uma filha, a importância de ter um pai presente.
Participativo desde sempre, ele aparece na rotina não apenas nos grandes momentos, mas também nas pequenas situações do dia a dia.
“Hoje mesmo fui buscar meu colégio, paramos ali, fizemos um lanche.
Conversamos coisas bonitas”, conta.
A experiência de ter recebido esse tipo de cuidado também influencia a forma como ela pretende exercer a maternidade: “Eu tento ser para ela o que meu pai foi para mim.
Meu pai é a pessoa mais bondosa que eu conheço nesse mundo.” A ciência mostra que esse envolvimento não transforma apenas a relação entre pais e filhos.
A chegada de uma criança também provoca mudanças profundas nos próprios homens.
O que acontece com o cérebro do pai Durante a gravidez, a mãe passa nove meses convivendo fisicamente com o bebê.
O pai, por outro lado, começa a experimentar a paternidade de outra maneira.
Quando a criança nasce, porém, a experiência deixa de ser abstrata.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.