Trabalhadores dos Correios no Acre fazem ato durante adesão à greve nacional
Trabalhadores dos Correios no Acre fazem ato durante adesão à greve nacional Os trabalhadores dos Correios no Acre aderiram oficialmente, nesta segunda-feira (14), à greve nacional da categoria, deflagrada na última sexta-feira (11).
A adesão foi oficializada com um ato público em frente ao edifício-sede da instituição, no Centro de Rio Branco O ato ocorreu das 8h às 10h para apresentar as reivindicações e protestar contra o modelo de reestruturação proposto pela empresa. (Assista ao vídeo acima) ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AC no WhatsApp De acordo com a presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios no Acre (Sintect), Suzy Cristiny, a categoria é contra a redução da rede de atendimento e o fechamento de agências.
Segundo ela, duas unidades já foram fechadas em Porto Walter e Epitaciolândia, no interior do estado, enquanto outras duas, no bairro Plácido de Castro e na região da João Eduardo, em Rio Branco, estariam sob risco de fechamento.
“Os trabalhadores, em ato público realizado no edifício-sede dos Correios, fizeram a denúncia contra o modelo de reestruturação que está sendo adotado, que reduz a rede de atendimento dos Correios com o fechamento de agências”, afirmou.
Trabalhadores dos Correios no Acre fazem ato durante adesão à greve nacional Arquivo/Sintect-Acre LEIA MAIS: Trabalhadores da Caixa e dos Correios entram em greve no Acre Trabalhadores dos Correios entram em greve em todo o país a partir desta sexta Caixa entra em greve nacional e Banco do Brasil tem paralisação parcial a partir desta quinta-feira Além da redução da rede de atendimento, o sindicato também contesta, segundo Suzy, a diminuição do número de distritos postais e de atendentes.
Para a entidade, essas mudanças podem prejudicar tanto os trabalhadores quanto a população, principalmente em municípios do interior.
A greve também ocorre em maio à campanha salarial dos trabalhadores.
Segundo a presidente do Sintect, a proposta apresentada pelos Correios para um acordo de dois anos prevê apenas a reposição da inflação, sem aumento real nos salários.
“Há um ataque severo ao plano de saúde dos trabalhadores.
Na proposta dos Correios teria uma garantia de manutenção por 120 dias e, depois, seria adotado um outro modelo a ser discutido, mas já com a perspectiva de uma redução desse atendimento médico do plano de saúde”, afirmou.
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