O Brasil escolheu Lula. E o Acre tem mais a ganhar com isso
O tema da coluna desta semana não poderia ser outro senão a eleição presidencial de domingo.
Você talvez até gostaria que falássemos sobre a eleição da governadora Mailza Assis.
Desculpe-me, a disputa estadual foi tão sem graça e sem disputa que não há muito o que falar.
A não ser que Mailza venceu uma eleição sem brilho e sem perspectiva.
Ela iniciará um governo sem expectativas e ânimo.
Minha sugestão à governadora e sua equipe seria: esforcem-se para animar o povo acreano com o governo e a governadora.
Percorram o Acre, aproximem-se do povo.
Do contrário, vocês conduzirão um governo que, no máximo, contará com a indiferença da população.
O tema que realmente ferveu nos últimos dias foi a eleição presidencial.
A virada histórica que o campo progressista conquistou sobre a extrema-direita no cenário nacional está repercutindo mundo afora e levará anos para ser compreendida.
No Acre, no segundo turno, Lula teve 9.743 votos a mais que no primeiro turno, enquanto Flávio Bolsonaro teve 15 mil votos a menos.
Em termos proporcionais, enquanto Flávio teve 64,56% no primeiro turno, ficou com 66,57% no segundo, ante 28,73% no primeiro e 33,43% no segundo para Lula.
Ou seja, no Acre, a elevada abstenção no segundo turno reduziu a votação absoluta de Flávio Bolsonaro, embora ele tenha ampliado sua participação nos votos válidos.
Lula, por sua vez, cresceu tanto em números absolutos quanto proporcionalmente.
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