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Justiça determina soltura de presidente da Ascam e marido após fim de prisão temporária em Bauru

G1 ·
Justiça determina soltura de presidente da Ascam e marido após fim de prisão temporária em Bauru

Prisões de investigados no caso do lixo têm desdobramentos em Bauru e região A presidente da Associação dos Catadores de Materiais Recicláveis (Ascam), Gisele Moretti, e o marido dela, Valdomiro Pereira da Silva Filho, foram soltos nesta sexta-feira (18), em Bauru (SP), após o término do prazo da prisão temporária.

O casal é investigado na Operação Mobius, do Ministério Público.

Gisele e Valdomiro haviam sido presos pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) no dia 9 de setembro.

A prisão temporária, inicialmente decretada por cinco dias, foi prorrogada por igual período e venceu nesta sexta. 📲 Participe do canal do g1 Bauru e Marília no WhatsApp Valdomiro e Gisele foram presos na operação do Gaeco em Bauru TV TEM/ Reprodução Segundo a defesa do casal, como o Ministério Público não solicitou a conversão para prisão preventiva, ambos foram liberados no período da tarde e vão cumprir medidas cautelares.

Eles prestaram depoimento durante o período de detenção e seguem como investigados no processo.

Na noite desta sexta-feira, o Ministério Público determinou a prisão preventiva dos cinco investigados detidos na Operação Cavalo de Troia, deflagrada paralelamente pelo Gaeco para apurar suspeitas de fraude na licitação da concessão do lixo no município.

Nesta terça-feira (15), a Justiça havia negado o pedido de revogação da prisão temporária dos investigados.

Na decisão, o juiz Josias Martins de Almeida Jr. manteve a prisão dos cinco envolvidos, entre eles os ex-secretários municipais Cilene Bordezan, do Meio Ambiente, Vitor João de Freitas Costa, de Negócios Jurídicos, e a ex-secretária adjunta Sara Moura de Jesus.

Entre as justificativas da decisão, o magistrado destacou a sofisticação do grupo investigado e a alta capacidade de influência, o que representaria risco para o andamento das investigações do Ministério Público.

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Conforme a assessoria jurídica da associação, a medida permite que a entidade receba os repasses da Prefeitura de Bauru pelos serviços prestados e utilize os recursos para quitar pendências com cooperados, coletores, prestadores e equipes de apoio.

Nesta terça-feira (18), colaboradores e cooperados haviam realizado uma reunião de emergência na sede da entidade para cobrar posicionamento sobre os valores pendentes.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.

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