Canção fatura R$ 3,35 milhões com produtos durante a Copa do Mundo
A Canção, marca de alimentos do grupo GTF, faturou R$ 3,35 milhões entre maio e julho de 2026 com produtos lançados para a campanha da Copa do Mundo.
No período, foram comercializados 154.736 quilos da linha desenvolvida para o torneio, que inclui itens como Fut Wings tradicional e apimentada, Fut Chicken de 300 gramas e 1kg, além dos produtos Fut Burguer e Fut Queijo.
De acordo com a companhia, o resultado comercial veio acompanhado de uma estratégia de comunicação que buscou aumentar a exposição dos lançamentos e aproximar a marca dos consumidores durante os 85 dias de campanha.
Leia Mais Copa do Mundo coloca empresas de mídia no radar dos investidores Copa à venda? Entenda o movimento da Fifa que deixou a Uefa furiosa Venda de participação da Fifa amplia crise e gera oposição de confederações Para Alessandro Guerra, gerente de marketing da Canção, a estratégia teve como objetivo transformar a visibilidade proporcionada pela Copa em uma oportunidade de negócio e relacionamento com o consumidor.
“A campanha foi um sucesso do início ao fim.
Nossa estratégia partiu de um desafio de comprar a Copa mesmo sem estar nela.
E conseguimos transformar essa ideia em resultado.
Alcançamos o público que queríamos, ampliamos nossa base de seguidores em um ritmo expressivo e, mais importante, conseguimos transformar esse alcance em relacionamento”, afirmou.
A campanha também contribuiu para o crescimento da audiência própria da marca nas redes sociais.
A Canção passou de 88,3 mil para 135,2 mil seguidores no período, alta de 53,2%.
Para a companhia, o avanço amplia a base de consumidores que pode ser impactada por futuras ações comerciais e lançamentos.
Durante o Siavs, em agosto, o CEO da GTF, Rafael Tortola, afirmou que a empresa busca aumentar a participação de produtos de maior valor agregado tanto no mercado doméstico quanto nas exportações.
Atualmente, cerca de 65% da produção da companhia é destinada ao mercado interno e 35% às exportações.
A meta é elevar a participação das vendas externas para 40% no próximo ano.
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