terça-feira, 13 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Estimulação cerebral aliada à educação nutricional reduz desejo por comida em mulheres com obesidade› FAPESP assina carta de intenções com ministério da Baviera para ampliar cooperação científica› Saúde precária e pobreza formam ciclo que perpetua desigualdades em favelas› Sucesso da IA na indústria depende da união entre tecnologia e chão de fábrica› ICMC-USP tem vaga de pós-doutorado em engenharia de software e IA› Bioinformática na selva da inteligência artificial› Ciência no Cinema: Twister› VW Gol é furtado no centro de Apucarana e recuperado; veja flagrante› GCM e agentes de trânsito de Apucarana distribuem mais de 100 quilos de doces no Dia das Crianças› Cirurgia do papa Leão 14 foi um sucesso, diz Vaticano› Estimulação cerebral aliada à educação nutricional reduz desejo por comida em mulheres com obesidade› FAPESP assina carta de intenções com ministério da Baviera para ampliar cooperação científica› Saúde precária e pobreza formam ciclo que perpetua desigualdades em favelas› Sucesso da IA na indústria depende da união entre tecnologia e chão de fábrica› ICMC-USP tem vaga de pós-doutorado em engenharia de software e IA› Bioinformática na selva da inteligência artificial› Ciência no Cinema: Twister› VW Gol é furtado no centro de Apucarana e recuperado; veja flagrante› GCM e agentes de trânsito de Apucarana distribuem mais de 100 quilos de doces no Dia das Crianças› Cirurgia do papa Leão 14 foi um sucesso, diz Vaticano
Últimas

FMI faz alerta sobre o que espera a economia brasileira em 2027

Veja ·
FMI faz alerta sobre o que espera a economia brasileira em 2027

A economia brasileira deve crescer menos em 2027, mesmo com a perspectiva de redução da inflação e dos juros.

A previsão é do Fundo Monetário Internacional (FMI), que revisou para baixo suas estimativas para o país nesta terça-feira, 13.

Segundo a instituição, o Produto Interno Bruto (PIB), soma dos bens e serviços produzidos no Brasil, deve avançar 2,2% em 2026 e apenas 1,9% no próximo ano.

O resultado colocaria o país abaixo do ritmo esperado para a economia mundial e para a América Latina.

Continua após a publicidade As novas projeções representam cortes de 0,2 ponto percentual para 2026 e de 0,3 ponto para 2027 em relação às estimativas divulgadas em julho.

A revisão reflete a combinação de juros ainda elevados, menor estímulo dos gastos públicos e um cenário internacional marcado por conflitos, pressões inflacionárias e incertezas comerciais.

Continua após a publicidade A desaceleração também evidencia uma dificuldade para o próximo governo: recuperar o crescimento sem comprometer o controle da inflação e das contas públicas.

Depois de uma expansão de 3,4% em 2024 e de 2,3% em 2025, a economia brasileira caminha para um período de atividade mais fraca.

Continua após a publicidade Juros altos continuam limitando o crescimento O principal obstáculo apontado pelo FMI é o efeito dos juros sobre o consumo e os investimentos.

Embora o Banco Central tenha iniciado um ciclo de redução da taxa Selic, que passou de 15% para 13,75% ao ano, o crédito continua caro para famílias e empresas.

Continua após a publicidade Os juros elevados são utilizados para conter a inflação porque desestimulam compras financiadas, empréstimos e investimentos.

Com menos dinheiro circulando na economia, a pressão sobre os preços tende a diminuir.

Em contrapartida, o comércio vende menos, as empresas adiam projetos e a geração de empregos pode perder força.

Continua após a publicidade O impacto dessa política não desaparece imediatamente quando a Selic começa a cair.

Ler a notícia completa no Veja ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.

Este assunto em outros veículos

Mais de Veja

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›