Casal instala grama sintética sobre concreto para acabar com o barro e, depois do temporal, água acumulada invade a sala
Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR Um casal instalou grama sintética sobre concreto para acabar com o barro e deixar o quintal mais fácil de limpar. Depois do primeiro temporal, a água ficou acumulada sob o revestimento e avançou pela porta da sala. O problema pode envolver impermeabilização excessiva, ralos obstruídos, caimento incorreto e falhas na instalação do material.
A grama sintética possui furos para drenagem, mas eles não eliminam a água se a base de concreto estiver sem inclinação ou sem pontos de coleta. A chuva atravessa o revestimento e chega ao contrapiso. Quando encontra depressões, ralos elevados ou uma saída insuficiente, permanece acumulada sob a manta.
O revestimento pode ter contribuído para o problema, mas a origem precisa ser confirmada. Se a água já escoava lentamente sobre o concreto, a manta pode ter escondido poças e dificultado a identificação do nível atingido. Resíduos carregados pela chuva também conseguem obstruir os furos e as grelhas.
A instalação pode elevar alguns centímetros o acabamento do quintal. Quando a superfície externa fica próxima ou acima da soleira, a água encontra pouca resistência para entrar na sala. Durante um temporal, o volume recebido pode superar a capacidade do ralo e transformar a porta no ponto de saída mais baixo.
A retirada completa depende da extensão da falha. Se apenas uma emenda bloqueou o ralo, pode ser possível recortar e reinstalar aquele trecho. Quando o concreto apresenta caimento invertido ou várias depressões, a manta precisa ser removida para permitir a regularização da base e o reposicionamento dos pontos de drenagem.
Uma canaleta diante da porta pode oferecer proteção adicional, desde que tenha ligação com uma tubulação capaz de receber o volume da chuva. Elevar somente a soleira tende a esconder o defeito e pode direcionar a água para paredes ou outros cômodos. A correção deve retirar a água do quintal antes que ela alcance a entrada.
O primeiro passo é levantar trechos da grama sintética e observar as marcas deixadas no concreto. Áreas escurecidas, lodo e resíduos concentrados mostram onde a água permanece. Um profissional pode medir o caimento e inspecionar a tubulação para verificar se o problema está na superfície ou depois do ralo.
A avaliação precisa considerar todos os pontos que despejam água no local:
Para avaliar a capacidade do sistema de drenagem, é importante analisar conjuntamente a área que recebe chuva, os pontos de captação, a tubulação e as diferenças de nível existentes no imóvel.
Quanto maior a superfície descoberta, maior tende a ser o volume de água que precisa ser captado e conduzido pelo sistema.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em oantagonista.com.br — o conteúdo pertence a O Antagonista.