quarta-feira, 19 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Para evitar novo fracasso no Congresso, Milei freia projeto de reforma eleitoral Socialista Angie Nixon vence primária democrata na Flórida Coreia do Norte alerta para ‘ações mais evidentes’ sobre exercícios militares EUA-Coreia do Sul Venezuela adia Consulta Popular Nacional para 18 de outubro Turquia nega envio de tropas à Síria após ataque israelense OMS alerta para alto risco de disseminação do ebola em outros países EUA sancionam presidente do TPI e advogado que mandou prender Netanyahu Hamas acusa Netanyahu de sabotar negociações após novo ataque a Gaza Coreia do Sul e EUA cancelam maior exercício militar anual e reduzem treinamentos em campo Trump pressiona governo por reunião com Kim Jong Un ainda neste ano, afirma jornal Para evitar novo fracasso no Congresso, Milei freia projeto de reforma eleitoral Socialista Angie Nixon vence primária democrata na Flórida Coreia do Norte alerta para ‘ações mais evidentes’ sobre exercícios militares EUA-Coreia do Sul Venezuela adia Consulta Popular Nacional para 18 de outubro Turquia nega envio de tropas à Síria após ataque israelense OMS alerta para alto risco de disseminação do ebola em outros países EUA sancionam presidente do TPI e advogado que mandou prender Netanyahu Hamas acusa Netanyahu de sabotar negociações após novo ataque a Gaza Coreia do Sul e EUA cancelam maior exercício militar anual e reduzem treinamentos em campo Trump pressiona governo por reunião com Kim Jong Un ainda neste ano, afirma jornal
Últimas

'Minicérebros' de laboratório sobrevivem por mais de cinco anos

UOL Notícias ·
'Minicérebros' de laboratório sobrevivem por mais de cinco anos

Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.

Os chamados organoides cerebrais, "minicérebros" criados em laboratório, são capazes de continuar funcionando por mais de cinco anos e recapitulam diversos passos do desenvolvimento do sistema nervoso de um ser humano, do fim da gestação até os primeiros meses de vida, de acordo com uma nova pesquisa.

Vale dizer que não há sinais de que os organoides, estudados por pesquisadores nos Estados Unidos e em diferentes países europeus, tenham qualquer tipo de consciência –a começar pelo seu tamanho diminuto e estrutura simplificada, com apenas algumas dezenas de milhares de células. (Para comparação, um bebê recém-nascido já vem ao mundo com 100 bilhões de células cerebrais.)

Ainda assim, as estruturas estudadas pela equipe, que tem como coordenadora Paola Arlotta, do Departamento de Células-Tronco e Biologia Regenerativa da Universidade Harvard, impressionam pela lista de semelhanças moleculares com as diferentes etapas do amadurecimento do cérebro. E é por isso que, para os autores do estudo, eles são uma das principais apostas para estudar os mecanismos básicos que governam a formação do órgão e, talvez, enfrentar os problemas que podem acometê-lo.

Arlotta e seus colegas descrevem as descobertas com os "minicérebros" longevos em artigo que saiu nesta quarta-feira (18) na revista científica Nature . Em parte, o grande marco da pesquisa tem a ver com o tempo de duração dos organoides cerebrais –eles citam um trabalho anterior que os acompanhou por 694 dias, ou menos de dois anos.

Um detalhe ainda mais importante da abordagem, porém, foi conseguir acompanhar as mudanças moleculares em células individuais dos organoides, quase como se os cientistas fossem capazes de tirar fotografias de uma criança mês a mês e observar seu desenvolvimento ao longo do tempo.

Para montar esse "filme", a equipe de Harvard e seus colegas adotaram duas ferramentas principais. A primeira é a análise da expressão (grosso modo, padrão de ativação e desativação) do material genético das células do sistema nervoso, por meio da produção de moléculas de RNA mensageiro.

São essas moléculas que carregam a informação genética armazenada no DNA para o sistema de produção de proteínas da célula, desencadeando assim as principais funções do organismo. Portanto, quanto mais RNA mensageiro correspondente a um certo trecho do DNA, mais esse gene está ativo.

Outra forma de enxergar esse padrão e desativação é o das modificações epigenéticas. "Epi" é a preposição "sobre, em cima" na língua grega (presente, por exemplo, na palavra "epiderme", a parte mais externa da pele). E o significado da palavra é mesmo esse: as alterações epigenéticas equivalem a moléculas que ficam dispostas "por cima" do DNA.

Ler a notícia completa no UOL Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.

Este assunto em outros veículos

Mais de UOL Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›