quinta-feira, 22 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Farm enfrenta resistência na venda e pode valer menos que o esperado› Por que Lupion é favorito para a Agricultura caso Flávio Bolsonaro se eleja› Citi corta recomendação da Motiva após disparada das ações› Durigan rebate Flávio e diz que reforma já garante devolução de tributos: 'Isso já é lei'› Vale, CSN e Braskem vencem lotes do primeiro leilão de gás natural da União› Centaurus diz que decisão da CVM sobre OPA da Oncoclínicas é inexequível› Bradsaúde sobe quase 5% após lucro superar projeções no 3º trimestre› Nordeste não é bem aquele que Nikolas mostrou, e os dados explicam por quê› Loterias sorteiam prêmios históricos hoje; Mega-Sena paga R$ 200 milhões› Faltam profissionais: por que está tão difícil contratar no Brasil?› Farm enfrenta resistência na venda e pode valer menos que o esperado› Por que Lupion é favorito para a Agricultura caso Flávio Bolsonaro se eleja› Citi corta recomendação da Motiva após disparada das ações› Durigan rebate Flávio e diz que reforma já garante devolução de tributos: 'Isso já é lei'› Vale, CSN e Braskem vencem lotes do primeiro leilão de gás natural da União› Centaurus diz que decisão da CVM sobre OPA da Oncoclínicas é inexequível› Bradsaúde sobe quase 5% após lucro superar projeções no 3º trimestre› Nordeste não é bem aquele que Nikolas mostrou, e os dados explicam por quê› Loterias sorteiam prêmios históricos hoje; Mega-Sena paga R$ 200 milhões› Faltam profissionais: por que está tão difícil contratar no Brasil?
Economia

Dois anos de ajuste, dois de gastos: por que reeleição é um problema para o país, segundo Gabriel Barros

Money Times ·

Dois anos para ajustar as contas e outros dois para gastar em busca de um novo mandato.

Na avaliação de Gabriel Barros, economista-chefe da ARX Investimentos, esse ciclo ajuda a explicar por que o Brasil não consegue sustentar o equilíbrio fiscal e torna a possibilidade de reeleição um problema para o país.

Em entrevista ao Radar das Eleições, do Money Times , o economista criticou a alternância entre medidas de contenção de despesas, no início dos governos, e expansão dos gastos, na proximidade da disputa eleitoral.

“A gente nunca faz um ajuste estrutural, a gente sempre faz um pequeno ajuste e depois anda para trás.

A gente passa dois anos fazendo ajuste, depois dois anos gastando”, afirmou.

Para Barros, esse movimento compromete a credibilidade da política fiscal.

Sem a confiança de que a melhora das contas será duradoura, o país convive com juros elevados e maior dificuldade para financiar sua dívida.

Ajustes que não duram O diagnóstico do economista é que o Brasil repete, nas contas públicas, o chamado “voo de galinha”: promove uma melhora temporária, mas não consegue mantê-la.

Na avaliação dele, esse histórico ajuda a explicar por que o país tem menos espaço para se endividar do que economias desenvolvidas, mesmo quando apresenta uma dívida proporcionalmente menor.

“O Brasil não tem um histórico de ser um cumpridor das regras que se autoimpõe”, disse.

“O custo de rolagem da dívida é alto porque a gente não tem esse lastro de credibilidade”.

O custo de rolagem corresponde ao que o governo paga para refinanciar a dívida que vence.

Na análise de Barros, esse custo reflete a desconfiança sobre a capacidade do país de controlar suas despesas e cumprir as próprias regras fiscais.

Ele cita como problemas a vinculação de gastos à arrecadação, a indexação de despesas e mudanças que enfraquecem os efeitos de reformas anteriores.

Ler a notícia completa no Money Times ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.moneytimes.com.br — o conteúdo pertence a Money Times.

Mais de Money Times

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›