Metrópoles Catwalk une moda, música e saberes ancestrais na 3ª noite; veja
Com Mikaela Gomes entre os destaques, o Metrópoles Catwalk levou moda, música, arte e saberes ancestrais à Arena Mané Garrincha, em Brasília, na noite desta quarta-feira (16/9).
O terceiro dia de desfiles contou com seis criadores de Brasília, São Paulo, Ceará e Minas Gerais.
A programação começou com a brasiliense Pimear, que estreou no Metrópoles Catwalk com uma coleção marcada pelo trabalho artesanal.
Depois, foi a vez da paulista D-AURA, que apresentou peças inspiradas na relação entre arquitetura, vida urbana e fluidez de gênero.
6 imagens Fechar modal.
1 de 6 Eduardo Iff/Metrópoles 2 de 6 Eduardo Iff/Metrópoles 3 de 6 Eduardo Iff/Metrópoles 4 de 6 Eduardo Iff/Metrópoles 5 de 6 Eduardo Iff/Metrópoles 6 de 6 O primeiro bloco terminou com a brasiliense Calado e a coleção Oásis, desenvolvida a partir da ideia de quatro climas do mundo, mas com referências na cultura do sertão brasileiro.
Para o desfile, o designer Sérgio Calado convidou o grupo de artesãs Urucuia Grande Sertão Veredas.
As mulheres mantêm a tradição da roda de fiar, processo que transforma fibras como lã e algodão em fios e, posteriormente, em tecidos.
Parte das peças apresentadas na passarela foi produzida por meio de uma técnica ancestral.
Com 60 anos de dedicação ao ofício, Maria Nadir destacou a importância de mostrar o trabalho às novas gerações.
“É bom demais encontrar jovens que querem ver como acontece”, disse.
“A gente fazia por necessidade.
Agora, hoje a gente faz para não deixar acabar.
É uma coisa que o pessoal não quer deixar acabar.” Percussão feminina ganhou espaço na passarela O segundo bloco começou com Victor Dzenk, que apresentou uma coleção inspirada no verão brasileiro.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.metropoles.com — o conteúdo pertence a Metrópoles.