Motorista de aplicativo baleado na cabeça começou a rodar na plataforma há 15 dias; polícia investiga se ele foi confundido com miliciano
Luiz Fernando e a esposa, Renata Vianna Reprodução/TV Globo Luiz Fernando dos Santos, de 46 anos, motorista de aplicativo baleado na cabeça na Colônia, em Jacarepaguá, na Zona Sudoeste do Rio, na noite desta quarta-feira (21), trabalhava com aplicativo de corridas havia apenas duas semanas.
A informação foi dada esposa da vítima na manhã desta quinta (22).
Luiz foi atacado quando passava pela Rua Sampaio Correia.
Segundo a Polícia Militar, Luiz Fernando teve o carro fechado por dois criminosos armados que estavam em uma moto e atiraram contra o veículo.
Imagens feitas após o crime mostram pelo menos duas marcas de tiros na lataria. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 RJ no WhatsApp Uma das linhas de investigação é que criminosos do Comando Vermelho (CV) tenham confundido o motorista com um miliciano que circula pela região.
A área é alvo de disputa entre traficantes e milicianos.
Agora no g1 Renata Vianna, esposa de Luiz, contou que o marido havia recorrido ao trabalho por aplicativo depois de fechar uma empresa do ramo de pet shop.
“Ele tinha uma empresa, fechou e começamos a ter problemas.
Aí, e eu falei: ‘Começa a fazer Uber, já que você pode fazer, que tem habilitação para isso’.
Tem duas semanas que ele começou a rodar.
Ele não sabia mexer muito no aplicativo e não sabia que ali tinha comunidade”, contou a mulher ao tentar visita-lo no Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea, na Zona Sul.
Segundo Renata, policiais militares foram até a casa do casal por volta das 3h para avisar sobre o ataque.
Ela disse que estranhou a demora do marido porque ele costumava responder às mensagens.
“Ele nunca ficou sem responder às minhas mensagens.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Rio de Janeiro.