País da América Central ainda mantém helicópteros soviéticos de ataque após 40 anos e preserva uma rara capacidade militar
Mesmo após cerca de quatro décadas, essas aeronaves ainda representam uma capacidade de combate incomum na região.
Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR A Nicarágua continua sendo uma exceção militar na América Central ao manter helicópteros de ataque Mi-25, modelos de origem soviética que chegaram ao país no início dos anos 1980.
Mesmo após cerca de quatro décadas, essas aeronaves ainda representam uma capacidade de combate incomum na região, embora sua operação dependa de manutenção especializada, disponibilidade de peças e treinamento constante das tripulações.
Os helicópteros de ataque Mi-25 são versões de exportação do Mi-24D soviético, conhecido pela OTAN como Hind. Projetados para combinar poder de fogo e transporte de tropas, eles foram incorporados à aviação militar nicaraguense durante um período de aproximação com a União Soviética e Cuba.
A estrutura robusta ajudou a prolongar sua vida útil. Entretanto, manter aeronaves tão antigas em operação exige reparos complexos, recuperação de componentes e acesso a fornecedores capazes de disponibilizar peças compatíveis.
O helicóptero foi desenvolvido para atuar em missões de ataque e apoiar forças terrestres em ambientes difíceis. Sua combinação de armamento e capacidade de transporte permite executar tarefas que vão além das operações exclusivamente ofensivas.
Entre os recursos e as características associados ao modelo, destacam-se:
Essa combinação explica por que o Mi-25 continua sendo relevante para uma força aérea que precisa aproveitar os equipamentos disponíveis sem depender exclusivamente de plataformas mais modernas e caras.
Confira imagens do helicópteros de ataque Mi-25 no vídeo abaixo do canal “ Peruvian Armed Forces “.
Com o passar dos anos, a utilidade dessas aeronaves passou a abranger diferentes tarefas militares e de apoio. Segundo o artigo original, os helicópteros podem contribuir para operações em áreas remotas, nas quais estradas e outros meios de transporte são insuficientes.
Monitoramento de corredores afastados e apoio à fiscalização territorial em regiões de difícil acesso.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em oantagonista.com.br — o conteúdo pertence a O Antagonista.