São Paulo protesta contra MP das Bets com mensagem em camisa
O São Paulo entrou em campo na noite deste sábado (17.out.2026) com uma mensagem de protesto contra a MP das Bets, que proibiu a operação das casas de apostas no Brasil.
O clube, que contava com o patrocínio máster da Superbet, estampou na camisa a frase “proibir não é proteger” .
A frase integra uma campanha organizada pela (Associação Nacional de Jogos e Loterias) e pelo IBJR (Instituto Brasileiro de Jogo Responsável), entidades que representam empresas do setor.
As associações argumentam que a proibição das plataformas regulamentadas não acaba com as apostas, mas incentiva a migração dos usuários para sites clandestinos.
O Flamengo já havia entrado em campo com a frase na camisa.
AÇÕES CONTRA A MP DAS BETS Eis quem já acionou o Supremo contra a MP 1.394: setor de bets – a ANJL (Associação Nacional de Jogos e Loterias) e o IBJR (Instituto Brasileiro de Jogo Responsável) foram ao Supremo em 28 de setembro.
Pedem que a MP seja suspensa até que o Congresso ou o plenário do Supremo analisem o texto do governo.
Leia a íntegra (PDF – 798 kB); emissoras de rádio e TV – a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão entrou no STF em 30 de setembro contra a MP.
Afirmou que empresas de comunicação foram impedidas de dar “execução a ajustes regularmente firmados” e falou em “perdas de receita” .
Leia a íntegra (PDF – 521 kB); Flamengo – o clube de maior torcida do Brasil entrou em 30 de setembro como amicus curiae –parte interessada que pode apresentar argumentos e informações– em 3 ações que tratam da regulamentação das bets no país.
Leia a íntegra da decisão de Fux que autorizou a entrada do clube nos processos (PDF – 124 kB); São Paulo Futebol Clube – o clube paulista, a Ponte Preta (SP), o Guarani (SP), a Portuguesa (SP) e o Vitória (BA) ingressaram no Supremo em 1º de outubro .
Pediram um prazo de até 1 ano para que as equipes se adaptar às regras baixadas por Lula.
Afirmam que há o risco de o Campeonato Brasileiro ser paralisado e que é de ver do Estado proteger o futebol por ser um “patrimônio cultural brasileiro” .
Leia a íntegra (PDF – 657 kB); Botafogo – pediu em 1º de outubro para ser integrado como amicus curiae no processo.
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