Nova pesquisa BTG/Nexus mostra o que leva o eleitor de Lula e Flávio a escolher seu candidato
A menos de duas semanas do primeiro turno, a nova pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 21, revela o que está por trás da escolha dos brasileiros para a Presidência.
Entre os eleitores que já indicaram algum candidato, 47% afirmam que votam no nome que consideram ideal, enquanto 38% dizem ter escolhido a melhor opção disponível, mesmo que ela não seja sua preferência ideal.
Outros 12% admitem que o voto tem como objetivo evitar a vitória de determinado candidato.
O levantamento mostra diferenças importantes entre os eleitores de Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro .
Entre os lulistas, a identificação direta com o candidato é mais frequente.
Já entre os bolsonaristas, aparecem em proporção maior tanto a escolha pela melhor alternativa disponível quanto o voto destinado a impedir a vitória de outro nome.
Quantos brasileiros estão votando no candidato que consideram ideal? Quase metade dos entrevistados que escolheram algum candidato no primeiro turno, 47%, afirma que seu voto vai para o nome considerado ideal.
Outros 38% dizem que o candidato escolhido não é o ideal, mas representa a melhor opção entre os nomes disponíveis na eleição.
O voto explicitamente estratégico é menor.
Segundo a pesquisa, 12% afirmam escolher determinado candidato para evitar que outro vença a eleição, enquanto 3% não souberam ou não responderam sobre a motivação da escolha.
O que motiva o eleitor de Lula? Entre os eleitores de Lula, 58% afirmam que o presidente é o candidato ideal.
Outros 32% dizem que ele não seria necessariamente a escolha ideal, mas é a melhor opção disponível entre os concorrentes da eleição.
Continua após a publicidade A parcela que declara votar em Lula para evitar a vitória de outro candidato é de 6%.
Outros 4% dos eleitores do presidente não souberam ou não responderam à pergunta sobre a motivação do voto.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.