quarta-feira, 23 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Como foram discursos de Lula e Trump na Assembleia Geral da ONU Yelena Mazanik: a partisan que eliminou o chefe nazista de Minsk Eleições 2026: a reta final Advogado de Vorcaro pede censura contra candidato pró-Palestina no Paraná Organização ligada à CIA e Banco Mundial fecham acordo para enviar funcionários ao Brasil EUA e Dinamarca assinam acordo que prevê novas bases militares na Groenlândia Trumpistas divulgam anúncios pagos a favor de Flávio Bolsonaro e empresa de apostas Colômbia se retira do processo movido pela África do Sul contra Israel por genocídio Quatorze países latino-americanos reconhecem PCC e CV como organizações narcoterroristas ‘Imagem do Brasil está sendo disputada em Washington’, afirma Paulo Abrão Como foram discursos de Lula e Trump na Assembleia Geral da ONU Yelena Mazanik: a partisan que eliminou o chefe nazista de Minsk Eleições 2026: a reta final Advogado de Vorcaro pede censura contra candidato pró-Palestina no Paraná Organização ligada à CIA e Banco Mundial fecham acordo para enviar funcionários ao Brasil EUA e Dinamarca assinam acordo que prevê novas bases militares na Groenlândia Trumpistas divulgam anúncios pagos a favor de Flávio Bolsonaro e empresa de apostas Colômbia se retira do processo movido pela África do Sul contra Israel por genocídio Quatorze países latino-americanos reconhecem PCC e CV como organizações narcoterroristas ‘Imagem do Brasil está sendo disputada em Washington’, afirma Paulo Abrão
Economia

Takaichi apoia TPI e acusa Coreia do Norte de ser “séria ameaça” à segurança global

InfoMoney ·
Takaichi apoia TPI e acusa Coreia do Norte de ser “séria ameaça” à segurança global

A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, reafirmou o apoio do país ao Tribunal Penal Internacional (TPI) e elevou o tom contra o avanço dos programas nuclear e de mísseis da Coreia do Norte, apontando violações de resoluções do Conselho de Segurança e riscos crescentes à paz internacional, durante discurso e posterior entrevista coletiva na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, na terça-feira, 22.

Takaichi afirmou que o Japão mantém “apoio consistente” ao TPI em meio a críticas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que instou recentemente países-membros a abandonar a Corte.

A premiê evitou atacar diretamente Washington, mas relatou que teve uma “troca franca” com Trump sobre o tema durante conversas paralelas à Assembleia Geral, em que trataram também sobre a economia e a segurança de cadeias como a de semicondutores.

Sobre a situação no Irã, Takaichi reiterou que é essencial garantir a liberdade de navegação no Estreito de Ormuz.

A premiê japonesa abriu o discurso afirmando que a “ordem internacional livre” enfrenta desafios em múltiplas frentes, defendeu que a ONU “nunca foi tão importante” para promover paz e estabilidade e prometeu que o Japão seguirá cumprindo “responsabilidades significativas” no âmbito da entidade.

Leia também Petrobras e demais petroleiras sempre operaram com incerteza, diz diretora Segundo Renata Baruzzi, o cenário ficou mais complexo a partir de 2020, “com a pandemia, a guerra na Ucrânia e as tensões no Golfo Pérsico No campo jurídico, a premiê citou que, desde o pós-guerra, Tóquio prioriza a regra de direito na solução de disputas e disse que isso se traduz no apoio e no envio de juízes a organismos judiciais internacionais, como o TPI.

Takaichi também demonstrou preocupação com o aprofundamento da cooperação militar entre a Rússia e a Coreia do Norte.

A premiê classificou o avanço dos programas nuclear e de mísseis norte-coreanos como “claras violações” de resoluções do Conselho de Segurança e denunciou o uso de atividades cibernéticas maliciosas – incluindo furtos de criptomoedas – como fonte de financiamento.

Takaichi ainda cobrou a resolução imediata do tema das abduções atribuídas a Pyongyang e se disse pronta para dialogar e tomar medidas concretas, acusando o país de ser uma “séria ameaça” à segurança global.

A premiê ainda defendeu reformas na ONU, pedindo a remoção das cláusulas de “Estados inimigos” da Carta e a ampliação de assentos permanentes e não permanentes no Conselho de Segurança, argumentando que a composição atual reflete o equilíbrio de 1945. *Conteúdo gerado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast , sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

Ler a notícia completa no InfoMoney ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.infomoney.com.br — o conteúdo pertence a InfoMoney.

Mais de InfoMoney

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›