Cataratas do Iguaçu atingem vazão 3,5 vezes maior que a média
Reabertas ao público há pouco mais de uma semana, as Cataratas do Iguaçu continuam a dar um show à parte devido ao volume excepcional de água: a vazão é 3,5 vezes maior que a média normal, segundo dados de monitoramento hidrológico oficial da Copel.
A estrutura esteve fechada preventivamente por quatro dias, justamente devido a alta da vazão do Rio Iguaçu.
Na sexta-feira, 11, o volume ultrapassou o limite considerado seguro, 8 milhões de litros por segundo, chegando a mais de cinco vezes a média histórica .
A preocupação era que o nível da água continuasse subindo, o que de fato aconteceu.
Entre a madrugada e o início da manhã de sábado, 12, o volume chegou a 10,1 milhões de litros por segundo — mais de seis vezes a média normal.
Com o recuo gradual do volume, no dia 14, quando a vazão estava em 6,7 milhões de litros por segundo , uma vistoria técnica concluiu que a estrutura estava novamente segura.
Mas só no dia seguinte houve a liberação do mirante da Garganta do Diabo para o público..
A cheia é consequência das chuvas acumuladas na bacia do Rio Iguaçu.
O aumento expressivo não significa que as Cataratas estejam permanentemente nesse patamar: a vazão varia conforme as condições meteorológicas e o comportamento do rio.
O monitoramento é feito continuamente pela concessionária Urbia+Cataratas e pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) para garantir a segurança do público.
Apesar do cenário especialmente volumoso, os níveis estão dentro da margem segura.
A administração do parque mantém a visitação normal e informa que o atrativo funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h, com permanência dos visitantes até as 17h30.
Continua após a publicidade Com mais de dois milhões de visitantes por ano e considerado um dos grandes destinos turísticos da América do Sul, o Parque Nacional do Iguaçu vem oferecendo, neste mês, um espetáculo ainda mais impressionante (veja no vídeo abaixo).
As imagens divulgadas por turistas nas redes sociais mostram justamente esse contraste: a quantidade extraordinária de água dá às quedas uma força e uma fúria pouco comum de se ver.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.