Crise da Apex: o que o caso ensina sobre risco, informação e responsabilidade
A crise envolvendo o grupo Apex Partners coloca investidores, empresários e credores diante de uma realidade que costuma ser percebida apenas quando o problema já está instalado: investimentos aparentemente semelhantes podem carregar estruturas jurídicas, garantias e riscos muito diferentes.
Em 7 de agosto de 2026, a Justiça do Espírito Santo concedeu ao grupo Apex Partners tutela cautelar que suspende, por 60 dias, execuções, protestos e cobranças contra empresas do conglomerado. A decisão também estabeleceu prazo de 30 dias para a apresentação de eventual pedido de recuperação judicial.
No processo, a própria companhia informou um passivo preliminar de aproximadamente R$ 985,6 milhões e comunicou a contratação de auditoria externa para apurar a real dimensão da situação. São números e medidas que, naturalmente, despertam preocupação e fazem surgir uma pergunta entre aqueles que possuem recursos relacionados ao grupo: o que fazer agora?
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