Com plano de 7 páginas, candidato indígena ao governo quer reduzir carga horária
O único candidato indígena ao Governo do Estado, Daniel Lemes (PCO), apresentou um plano de 7 páginas sobre o que pretende fazer por Mato Grosso do Sul.
Ele defende 15 temas como eixos principais ao longo dos próximos 4 anos.
Nascido em Amambai, o candidato é filiado ao PCO (Partido da Causa Operária) e pertence à etnia Guarani Kaiowá.
Na primeira página, ele já diz logo de cara: “Parar o roubo do salário” e “reduzir a jornada”.
O programa defende a reposição integral das perdas salariais, aumento emergencial de 50% dos salários e um salário mínimo que, segundo o documento, deveria ser de pelo menos R$ 7,5 mil.
Também propõe uma jornada máxima de 35 horas semanais, sendo 7 horas por dia e 5 dias por semana, sem redução salarial, como estratégia para enfrentar o desemprego.
Saúde e educação também aparecem como prioridades.
O programa pede mais recursos para o serviço público, construção de hospitais e postos de saúde, além de piso salarial de R$ 8 mil para profissionais da saúde.
Para a educação, propõe piso de pelo menos R$ 8,5 mil para professores, livre ingresso nas universidades públicas e gestão das escolas e universidades com participação da comunidade escolar.
Um dos pontos que mais dialoga diretamente com a identidade do candidato é a questão indígena.
O programa defende a demarcação e a posse das terras para indígenas das retomadas e a expulsão de latifundiários que tenham invadido esses territórios.
O documento ainda sustenta o direito de autodefesa para trabalhadores do campo e povos indígenas.
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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.campograndenews.com.br — o conteúdo pertence a Campo Grande News.