Além da saúde mental, ansiedade de separação impacta a imunidade do pet
A ansiedade de separação é um distúrbio de pânico extremo que afeta os pets ao ficarem sozinhos.
O veterinário Adalberto Von Ancken explica que essa condição acontece por conta do hiperapego ou da falta de treinamentos , impactando diretamente a imunidade e o intestino do animal .
O problema também pode ser desencadeado por mudanças repentinas na rotina da casa ou por traumas de abandono.
Para evitar esse sofrimento, a solução é realizar treinos diários de independência.
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Fazer despedidas dramáticas ao sair ou festa exagerada ao voltar piora o estresse .
Aja com naturalidade.
Acostume o pet a ficar sozinho em outros cômodos e simule saídas mexendo nas chaves sem sair de casa.
Deixar a TV ligada e usar brinquedos recheados com comida congelada são outras maneiras de distrair e acalmar o bicho.
Se o animal tentar fugir, se automutilar ou não comer, um veterinário precisará receitar remédios para controlar a ansiedade junto com os treinos.
Quando o tutor sai de casa, o corpo do animal com ansiedade libera uma descarga de hormônios, como o cortisol e a adrenalina, deixando o pet fisicamente vulnerável a infecções de pele e desencadeando, até mesmo, quadros crônicos de gastrite, vômitos e diarreias.
O distúrbio atinge tanto os cães quanto os gatos, derrubando o mito de que os felinos não se importam com a ausência da família.
O que muda é a forma como cada espécie demonstra os sinais.
A mudança na convivência começa a partir do tutor.
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